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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Saiba como será o FSM em 2010


No ano em que celebrará 10 anos de seu processo, o Fórum Social Mundial não terá um evento global único e centralizado. Em 2010, o FSM se dará de forma permanente ao longo de todo o ano, através de eventos e atividade em várias partes do mundo. Será um ano em que as atenções do processo do FSM estarão especialmente voltadas para o tema da crise global, compreendida em suas várias dimensões – econômica, ambiental, política, social, cultural, alimentar, civilizatória.

O objetivo do FSM em 2010 é acumular análises, propostas e experiências dos movimentos e organizações sociais para enfrentar as diversas crises. O espaço de convergência desse acúmulo será o Fórum Social Mundial Dacar 2011, este sim, o próximo evento centralizado do processo.

Após a última reunião do Conselho Internacional (CI), realizada em outubro, em Montreal, o Grupo de Enlace do CI divulgou o documento Propostas para conectar os eventos de 2010. Entre as idéias apresentadas, estão a criação de um banner que viajará o mundo acumulando mensagens e slogans de cada evento, a utilização de um logo comum, a produção de mensagens (escritas, visuais, audiovisuais, artísticas etc) que expressem respostas às crises, entre outras.

Em seu 1º chamado aos organizadores dos eventos FSM de 2010, o Conselho Internacional do FSM afirma que “é crucial para o FSM desenvolver coletivamente um processo de trabalho em 2010 que esteja em sincronia com o ritmo do desenvolvimento dos efeitos dessa crise e com as diversas respostas que emergem de movimentos ao redor do mundo”.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

HONORÁVEIS MEDÍOCRES

Honoráveis medíocres
É medíocre a forma como alguns blogueiros do jornal pequeno tentam desfazer a real situação em que o prefeito da cidade se encontra politicamente cada vez mais próximo do clã Sarney ou seja de volta pra casa. E a qual quer custo tentam justificar as aparições de João castelo junto das figuras principais do grupo e as suas declarações, que claramente ele deixa demonstra que não é oposição a oligarquia e muitos menos ao governo Roseana.
Esses blogueiros e o JP e suas honoráveis boquinhas.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

ACONTECEU NO DIA 17 DE SETEMBRO DE 2009: 30 ANOS DA GREVE DA MEIA-PASSAGEM

BLOG DO WALTER RODRIGUES

Guarda municipal ataca meia-passagem
Estudantes que panfletavam no terminal da integração da Praia Grande foram atacados hoje pela Guarda Municipal de São Luís. Eles comemoravam o aniversário da famosa “greve da meia- passagem”, ocorrida em 17/9/1979.

Depois de muita gritaria, empurrões e ameaças, os panfletistas foram expulsos do terminal. Não há notícia de prisões.

O atual prefeito de São Luís, João Castelo (PSDB), era o governador do Maranhão quando uma passeata de estudantes pela “meia-passagem” (desconto de 50% nas passagens de ônibus municipais), reprimida pela Polícia Militar, desencadeou três dias de violência policial e quebra-quebra. Ao final, verificou-se que a meia-passagem fora instituída havia anos por lei municipal, embora estivesse em desuso. Diante disso, Castelo foi obrigado a determinar o benefício.

Na época, os prefeitos das capitais eram nomeados pelo governador e não tinham autonomia.

Não há por quê

Panfletagens políticas, justas ou não, são comuns em ambiente democrático. Ao intervir, a Guarda Municipal só faz confirmar, para as novas gerações, que o governo Castelo foi demasiado intransigente em 1979.

Com ou sem hífen?

Meia-passagem é habitualmente escrita sem hífen, que, entretanto, nunca falta em meia-entrada e semelhantes. A explicação para a divergência é que meia-entrada tornou-se uma só palavra devido ao “uso constante”.

Pelo menos em São Luís, não cola. Aqui todo mundo pensa em meia-passagem como uma palavra só. Então é melhor assim.

Mas isso é apenas um registro e um detalhe. Quem quiser pode continuar escrevendo sem hífen. Que que nem por isso a passagem fica mais cara.
http://www.walter-rodrigues.jor.br/

BLOG DO ITEVALDO
TINHA QUE SER JOÃO CASTELO
Estudantes da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) que panfletavam na área interna do Terminal da Integração da Praia Grande foram agredidos por Policiais Militares (PMs) e Guardas Municipais na manhã de hoje.

Os estudantes Paulo Tote, Anderson Fonseca, ambos dirigentes do Diretório Central dos Estudantes (DCE) e Henrique Carneiro, da direção da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) distribuíam panfletos relembrando a conquista da meia-passagem em 1979 - que hoje completa 30 anos - e reivindicando melhorias no transporte coletivo.

Os estudantes entregavam os panfletos no parada do ônibus do Campus no Terminal da Integração, quando o gerente do Terminal, Ualder de Assunção ordenou que a panfletagem terminasse, pois não a havia permitido.

Os estudantes questionaram com o diretor o porquê deles não poderem realizar a manifestação dentro do Terminal, uma vez que, no local, existem dezenas de vendedores ambulantes. O diretor chamou a polícia para retirar os estudantes da área.

Aos gritos de “isso é um absurdo, eles são apenas estudantes”, usuários de transporte coletivo que estavam no Terminal de Integração no momento da ação policial, pediam para os policiais pararem com a agressão.

Os estudantes fizeram exame de corpo de delito no Instituo Médico Legal (IML). O diretor do DCE, Anderson Fonseca teve fraturas no pé direito, causadas pelas pancadas dos PMs.
http://www.itevaldo.com/?p=2840

BLOG DO DÉCIO SÁ
Greve de 79 volta a assombrar João Castelo

qui, 17/09/09por Décio Sá |categoria Polícia, Política local| tags greve, João Castelo, Meia passagem, São Luís
Estudantes da UFMA foram agredidos hoje pela manhã pela Guarda Municipal e PM no Terminal da Integração da Praia Grande quando distribuíam panfletos relembrando os 30 anos da Greve da Meia Passagem. Os manifestantes alegam terem sido atingidos por cacetetes, suas roupas rasgadas e retirados do local à força por conta de uma suposta proibição de ações política no local. Militante do PCdoB, o estudante Anderson Fonseca (Engenharia Química) deixou agora há pouco o Centro Médico onde foi constatada uma fratura no pé esquerdo devido as agressões. É mais uma vez o passado assombrando a história do prefeito de São Luís, João Castelo (PSDB).

Clique abaixo e veja o momento da confusão. As imagens foram feitas através do celular de um dos estudantes.
http://colunas.imirante.com/decio/2009/09/17/greve-de-79-volta-a-assombrar-castelo/

IMIRANTE.COM

Estudantes são agredidos no Terminal da Integração
Policiais utilizaram da força para retirar estudantes do Terminal. Assista ao vídeo.

Paulo de Tarso Jr./Imirante
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SÃO LUÍS - No início da manhã desta quinta-feira (17), estudantes da Universidade Federal do Maranhão foram agredidos dentro do Terminal da Integração da Praia Grande por policiais. No momento da confusão, os estudantes estavam distribuindo panfletos relembrando a conquista da meia-passagem, que hoje completa 30 anos, e reivindicando melhorias no transporte coletivo.

No entanto, eles foram advertidos pelo diretor do Terminal, que ordenou que a panfletagem terminasse, pois naquele ambiente, não era permitido tal ação. Os jovens questionaram com o diretor o porquê deles não poderem realizar a manifestação dentro do Terminal, uma vez que, na parte interior do local, existem diversos tipos de ambulantes.

Mesmo sem estarem convencidos, os estudantes suspenderam a manifestação e começaram a distribuir panfletos nas filas do Terminal para usuários dos coletivos. Esta ação desagradou, mais uma vez, o diretor do Terminal, que chamou a guarda municipal e a polícia para retirar os estudantes do local.

Segundo os estudantes, os policiais chegaram ao local e utilizaram da força física para retirar os rapazes do Terminal. Os estudantes foram com cacetes e tiveram suas roupas rasgadas.

Aos gritos de “isso é um absurdo, eles são só estudantes”, usuários de transporte coletivo que estavam no Terminal de Integração no momento da ação policial, pediam para os policiais parassem com as agressões. Eles informavam que os rapazes eram apenas estudantes que estavam distribuindo panfletos pacificamente (assista ao vídeo).

Apesar dos gritos dos populares, os policias conduziram os rapazes para o 1º DP onde eles prestaram depoimento. Em seguida, os estudantes se deslocaram para o Instituo Médico Legal para fazerem o exame de corpo e delito.

Os alunos da UFMA que estavam panfletando no Terminal da Integração foram Paulo Gustavo, Wady Fiquene, Anderson Fonseca e Henrique Carneiro, sendo que os dois últimos foram os que sofreram as agressões dos policiais.

A Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte informou que os estudantes foram retirados do local porque não tinham a autorização necessária para distribuir os panfletos no terminal.

Já a Secretaria de Segurança negou que a ação dos policiais militares tenha sido violenta.

http://imirante.globo.com/noticias/pagina214790.shtml

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

ACONTECEU NO DIA 16 DE SETEMBRO


Dia 16

1931 – Nasce em São Paulo a Frente Negra Brasileira, “pela afirmação dos direitos históricos da gente negra”. Expande-se no Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Edito o jornal Clarim da Alvorada e promove manifestações anti-racistas. Fechada pelo golpe de 1937.

1817 – O rei separa Alagoas de Pernambuco como castigo pela Revolução de 1817.

1955 – Estoura em Córdoba, Argentina, o golpe que derruba Perón.

1977 – Início da campanha sindical por reajustes de 34,1% para repor os salários manipulados pelo índice inflacionário de 1973.

1984 – Primeira greve geral dos canavieiros de Pernambuco após 64 (240 mil). Os 30 mil do Rio Grande do Norte seguem o exemplo em 5/10. Os 120 mil da Paraíba em 15/10. Renascimento sindical.

Prefeito de São Luis responde acusações de Flávio Dino no TRE


O prefeito de São Luís, João Castelo (PSDB), respondeu, nesta segunda-feira (14), as acusações formuladas pelo deputado Flávio Dino (PCdoB) no processo movido para cassar-lhe o mandato. Durante um extenso interrogatório, iniciada às 9h30 da manhã que estendeu-se até as 18h, no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), também foram ouvidas a vice-prefeita, Helena Duailibe (PSB), e mais nove testemunhas. Ainda haverá uma audiência para que seja ouvida mais uma testemunha.

Desde a proclamação do resultado da eleição de 2008 na capital, os advogados de Flávio Dino já ajuizaram três ações pedindo a cassação do mandato do prefeito João Castelo: duas na 1ª Zona Eleitoral e a outra no TRE. Dino acusa Castelo de abuso de poder econômico e conduta vedada nas eleições de 2008.

Os fatos da ação que tramita no TRE são os mesmos das que foram ajuizadas em primeira instância. Tratam da prisão em flagrante do suplente de vereador Antonio Garcês (PRP), detido pela Polícia Federal, e da utilização do prédio onde funcionou a antiga Central de Marcação de Consultas, na Alemanha, pela coligação “São Luís Merece Mais”.

O advogado de castelo, José Antônio Almeida, afirmou que os processos ajuizados contra o prefeito são inconsistentes, não são fundamentados por provas e têm apenas cunho político. “Os fatos alegados são inconsistentes, e não possuem potencialidade alguma para justificar o pedido de cassação”, disse.

Segundo ele, o prefeito eleito nunca teve qualquer ligação com o empresário e suplente de vereador Antônio Garcez (PRP), preso pela Polícia Federal no dia 26 de outubro de 2008, com R$5,2 mil em notas de R$20,00.

Os advogados de Flávio Dino sustentam as acusações, alegando quatro motivos: a doação feita pela empresa Internacional Marítima, que explora o serviço de ferry boat, e que seria uma concessionária de serviços públicos, representando uma doação vedada por lei e a suposta utilização como comitê de campanha de um imóvel alugado ao Estado, onde funciona atualmente o projeto “Cidade Digital”

As outras duas acusações são de não inclusão na prestação de contas de dois comitês instalados para a campanha e irregularidade na aplicação de despesas, como a realização de pagamentos em espécie para mais de 300 pessoas e a realização da despesa com a locação de dois veículos além da data do segundo turno.

De Brasília
Fonte: jornalpequeno.com.br

terça-feira, 15 de setembro de 2009

A Deputada Helena comenta projeto da Prefeitura sobre fachadas do Centro Histórico


A deputada Helena Barros Heluy (PT) manifestou sua preocupação de que o projeto “Cores de São Luís”, lançado pela prefeitura para preservar as fachadas dos casarões, signifique a preservação de todo o patrimônio histórico e arquitetônico, de modo que a capital maranhense “não continue sendo apenas uma cidade de maquetes e de fachadas”.

A parlamentar fez o comentário, na última quarta-feira (09), na Assembléia Legislativa, durante discurso em homenagem à cidade que fez 397 anos, dia 08. A parlamentar fez uma rápida homenagem ao aniversário de São Luís, destacando a história, as tradições e as lutas dos ludovicenses e maranhenses, como ilustram os hinos da capital e do Maranhão.

“Ali está o retrato de toda a caminhada do povo que fez e que continua fazendo esta querida cidade”, afirmou a parlamentar expressando seu desejo de que o projeto também garanta uma vida tranqüila e em segurança para a população.

domingo, 13 de setembro de 2009

JOÃO CASTELO SINALIZA APOIAR ROSEANA EM 2010 E ELA BUSCA ENTENDIMENTO


Como já era de se espera o prefeito “ausente” João Castelo sinalizou que apoiara nas eleições de 2010 Roseana Sarney, não vendo nem um impedimento nessa questão e como natural a acontecer no 2º turno das eleições sendo que só não será possível logo no 1º porque ambos têm candidatos a presidência diferentes.
A governadora já busca um entendimento com Castelo, apos saber das declarações que João Carnaúba tem intenção de apoiá-la em 2010.Esse movimento de Castelo era de se esperar, já que não segue nem uma linha ideológica e programática. E muito menos cumpri algum acordo o que demonstra fazer agora com Jackson Lago que o apoio nas eleições de 2008, e graças a esse apoio venceu as eleições marca pela corrupção.
Esse gesto de aproximação ao seu antigo grupo de origem o clã Sarney é mais uma demonstração que Castelo faz de sua verdadeira face a do atraso que sempre foi uma características principais do seu perfil, estando ou não junto a grupo Sarney.

ENTIDADES LANÇAM NOTA CONTRA CASTELO: A VERDADEIRA FACE DE UM TIRANO

A VERDADEIRA FACE DE UM TIRANO

Para inicio de conversa, João Castelo venceu a eleição municipal de 2008 movida por escândalos grotescos de fraude eleitoral, principalmente pelas acusações de compra de votos, fato este apurado, pegando os gatunos em flagrante pela Polícia Federal. Agora vem mostrando sua cara e a que realmente veio: atacar adversários, a juventude, e o povo de São Luis com sua ineficiência, caquetismo e irresponsabilidade pública deixando a cidade a Deus dará, entregue às traças e ainda vem pousando de bom moço utilizando-se da prefeitura como a sala de sua casa e por isso também pedimos que a justiça apure as denuncias de beneficiamento no caso das operações urbanas. Cobramos que o mesmo responda aos oficios do Deputado Federal Flávio Dino que disponibilizou R$ 1.600.000 por meio de emendas parlamentares para aplicação das Praças de Juventude na nossa cidade que o prefeito ainda nem sequer se deu o trabalho de respondê-los mostrando total desinteresse pela melhoria da qualidade de vida dos jovens de São Luis. Será porquê? Mas para nós (a juventude), todos esses fatos não se mostram como novidade alguma, pois o mesmo e seu concubinato tucano (PSDB) não atuam desta forma não apenas por desentendimento político ou desconhecimento de causa, mas sim por sempre não esconder seu desprezo aos trabalhadores, operários e em especial a juventude que sempre esteve na dianteira do combate a sua postura autoritária, irresponsável, nazista e arrogante.

Não é de hoje que João Castelo ataca e criminaliza a juventude. Quando foi governador biônico em 1978, ou seja, colocado pela ditadura militar que governava o país na época, protagonizou a repressão violenta à greve da meia-passagem de 79, que ocorrera em virtude de São Luis ser uma das poucas capitais que não garantia esse direito aos estudantes. Greve esta iniciada pelos estudantes da Universidade Federal do Maranhão e logo foi abraçada por todos os estudantes e trabalhadores ludovicenses. Ela representa a luta de todos os movimentos contrários à censura , ao totalitarismo e a carestia, tudo isso em plena ditadura militar.

Por isso, exigimos que João Castelo saia da irresponsabilidade e inércia e assuma suas promessas de campanha, como: a criação da Secretaria Municipal de Juventude, lata de 3Kg de leite, o bom e velho BOM PREÇO, o fardamento dos pobres meninos, sem esquecer da tarifa social, passe livre e do asfaltamento das ruas, pois o inverno já acabou e já está quase vindo o próximo.

Diante dos fatos mencionados, convocamos o prefeito a trabalhar pela nossa querida cidade e deixar o parlapatanismo.

São Luis, 11 de setembro de 2009


União da Juventude Socialista – UJS

União Nacional dos Estudantes – UNE

União Brasileira dos Estudantes Secundaristas – UBES

União dos Estudantes Secundaristas do Maranhão – UESMA

Diretório Central dos Estudantes: “17 de Setembro” - DCE / UFMA

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

NOTA OFICIAL DO PC DO B


Partido Comunista do Brasil
Comitê Municipal de São Luís

NOTA À IMPRENSA E AO POVO DE SÃO LUÍS

Em face das declarações do prefeito João Castelo atacando o deputado federal Flávio Dino e o PCdoB, nos dirigimos ao povo de São Luís com o que segue:

João Castelo perdeu uma grande oportunidade de dizer o que pensa sobre políticas públicas para a juventude, ao empossar ontem o Conselho Municipal da Juventude. Preferiu gastar seu tempo ocupando os ouvidos alheios com afirmações caluniosas, tentando atingir o nosso partido e o deputado federal Flávio Dino;

O nervosismo de Castelo o investe no papel que ele mais gosta de exercer, que é o de uma pessoa autoritária e truculenta. E faz isso justamente quando se aproxima o 30º aniversário da heróica luta da juventude ludovicense para conquistar a meia passagem enfrentando a repressão e a violência comandadas por Castelo;

O discurso de João Castelo tem a clara intenção de querer intimidar o PCdoB. Nós dizemos a ele, publicamente, que ninguém, nem a Ditadura a quem ele serviu, foi capaz de calar a voz de nosso partido. O exercício da oposição, mais que um direito democrático, é um dever e um compromisso com os milhares de cidadãos e cidadãs de São Luís que cobram as ações da Prefeitura, que exigem o cumprimento das promessas feitas por Castelo durante a campanha;

Continuaremos defendendo a nossa cidade, cobrando ações da Prefeitura, atuando firmemente na Câmara Municipal através dos vereadores Fernando Lima, Geraldo Castro e Rose Sales e apoiando os movimentos sociais e comuntiários de São Luís;

E mais uma vez apelamos ao prefeito João Castelo a dizer a que veio, a cumprir suas promessas, a governar com transparência, a tratar São Luís com o respeito que a cidade merece.

São Luís, 04 de setembro de 2009

Márcio Jerry Saraiva Barroso

Presidente PCdoB/São Luís

Resposta de Márcio Jerry a João Castelo

Márcio Jerry


Quem vive, desde sempre, enrolado com a Justiça é o senhor João Castelo. Ele deve explicações à justiça maranhense sobre inúmeros e rumorosos casos que remontam à cidade de Bacabal. A minha ficha é limpa, já João Castelo é um ficha-suja.

E sobre o destrambelhado discurso de ontem, só lamento que o prefeito gaste seu tempo expelindo arrogância, truculência e inconformismo com o exercício democrático do direito de ser oposição. O PCdoB não se intimida com as patadas verbais do Sr. João Castelo, como os estudantes não se intimidaram em 1979 quando foram por ele violentamente atacados.

João Castelo precisa é ir ao trabalho, cumprir suas promessas de campanha, governar com transparência, respeitar São Luís.

São Luís, 04 de setembro de 2009



Márcio Jerry Saraiva Barroso

Presidente PCdoB/São Luís

domingo, 16 de agosto de 2009

Políticos e intelectuais manifestam apoio à pré-candidatura de Flávio Dino


Uma jantar para discutir a pré-candidatura do deputado federal Flávio Dino ao governo do Maranhão nas eleições do próximo ano reuniu anteontem lideranças partidárias, prefeitos, ex-prefeitos e deputados federais e estaduais. Organizado pelo prefeito de Caxias, Humberto Coutinho, e pela deputada estadual Cleide Coutinho, o jantar reforçou a pré-candidatura em setores importantes da classe política maranhense.
Humberto Coutinho manifestou entusiasmo com a possibilidade da candidatura de Flávio Dino ao Governo do Maranhão e conclamou seus convidados a uma aliança em torno do deputado. O ex-governador Zé Reinaldo Tavares analisou a situação política do estado, criticando duramente a família Sarney e defendendo uma profunda renovação política e administrativa no Maranhão. “O deputado Flávio Dino é um nome que pode liderar esse processo”, atestou Zé Reinaldo, fazendo contudo a ressalva de que são necessárias outras candidaturas do campo oposicionista para enfrentar o grupo Sarney.
O deputado federal Ribamar Alves também defendeu o nome de Flávio Dino como opção para a sucessão estadual. O parlamentar socialista elogiou outros nomes que podem entrar na disputa, como o deputado Roberto Rocha e o ex-governador Jackson Lago, mas declarou apoio à Flávio Dino como nome capaz de unir em uma aliança o PSB, PT e PCdoB e assegurar um palanque de esquerda para a candidatura presidencial da ministra Dilma Roussef.
Flávio Dino agradeceu o apoio à sua pré-candidatura, lembrou que não se tratava de uma pretensão pessoal, já que preferia renovar o mandato de federal, e anunciou que aceitava o desafio. “Aceito a missão, desde que isso(a candidatura) seja entendido como uma tarefa política a ser construída de mãos dadas por todos nós que estamos aqui neste momento e por todos os homens e mulheres de nosso estado que não perderam a esperança e querem um Maranhão desenvolvido e com justiça social”, discursou para uma platéia em que estavam também o presidente da Assembléia, Marcelo Tavares; o ex-presidente da Assembléia, João Evangelista; o ex-presidente do STJ, Edson Vidigal; e o presidente do PSB, José Antonio Almeida.
Intelectuais – Antes, à tarde, um grupo de intelectuais e militantes de partidos e organizações de esquerda também se reuniu anteontem com o deputado Flávio Dino para discutir a sucessão estadual. Pesquisadores como o professor Wagner Cabral(História), Marcelo Carneiro(Ciências Sociais), Anselmo Raposo(Administração) Francisco Gonçalves(Comunicação); e o ex-secretário de Cultura Joãozinho Ribeiro, manifestaram apoio à proposta de uma candidatura que expresse um programa de mudanças concretas para o Maranhão. Cerca de 30 pessoas participaram da reunião que foi convocada pelo vereador Geraldo Castro(PCdoB).
Os participantes da reunião concordaram com a necessidade de uma composição político-eleitoral mais ampla que o campo democrático e popular, como o que disputou as eleições de São Luís em 2008 com a aliança PCdoB/PT. Para eles, é necessária uma composição dos setores de esquerda com os grupos dissidentes do poder oligárquico no Maranhão, o que torna, avaliam, o projeto de candidatura eleitoralmente viável. E mais que a candidatura, enfatizam, é preciso se ter uma formulação de programa com metas de médio e longo prazo como condição de tirar o Maranhão da pobreza e superar o fisiologismo e o patrimonialismo como práticas administrativas que atrasam o estado.
Um a nova rodada de discussões envolvendo um número maior de participantes será realizada ainda em agosto, conforme encaminhamento aprovado na reunião.

sábado, 15 de agosto de 2009

Deputado Flávio Dino apóia a metropolização da Grande São Luís


O deputado federal Flávio Dino, que integra a Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados, reúne-se nesta sexta-feira, dia 14, às 15h, com o prefeito de Ribamar, Luís Fernando Silva para falar sobre a importância da metropolização da grande São Luís e tratar da implantação da Refinaria Premiu no Maranhão.

Flávio disse ser favorável à metropolização e, também, à necessidade de os municípios que integram a Ilha se prepararem para o empreendimento da Petrobras. Na visita que fará ao prefeito, o deputado estará acompanhado do presidente estadual do PCdoB, Gerson Pinheiro, e do presidente do PCdoB Municipal, Márcio Jerry.
Tanto a metropolização da Grande São Luís quanto a necessidade de a Ilha de São Luís estar preparada para a refinaria, foram propostas de Flávio Dino nas eleições municipais de 2008 quando concorreu ao cargo de prefeito da capital maranhense. Na opinião do deputado, os impactos econômicos e sociais da refinaria deverão ser discutidos pelos prefeitos da Ilha.
O deputado disse, ainda, ser favorável à metropolização porque é o caminho para melhorar a prestação de serviços com a integração dos municípios. “Poderemos prestar melhores serviços nas área de saúde, transporte, coleta de lixo com a metropolização”, reforça o deputado. região Metropolitana de São Luís foi criada pelos constituintes de 1989.

(Wal Oliveira, de Brasília)

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

DIRETOR DA UBES MA/PI E ELEITO PRESIDENTE DO CONSELHO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR


O estudante secundarista Henrique Carneiro foi eleito anteontem Presidente do Conselho Estadual de Alimentação Escolar, órgão de fiscalização e controle social da merenda escolar no Maranhão. É a primeira vez que um estudante foi eleito para presidir o Conselho. O mandato é de 4 anos.

Henrique Carneiro é militante da União da Juventude Socialista e Diretor Regional da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas. “Assumo com a responsabilidade do cargo, mas sobretudo com a imensa responsabilidade de ser o primeiro estudante eleito para presidir o Conselho”, afirmou Henrique após o anúncio do resultado.

Henrique Carneiro foi eleito com um placar apertado de 6 a 5. O segundo colocado foi o professor Oliveira, indicado para disputar o cargo pelo Sindicato dos Professores do Maranhão(Sinproesemma).

Comunidades anunciam: vem aí “João Cratera”, “João Inovador” e “João Carnaúba”


Ter, 11/08/09
por daniel matos |
categoria Sem Categoria
A exemplo do que vem ocorrendo em bairros como a Janaína, na área da Cidade Operária, mais três comunidades exibirão bonecos com apelidos criativos e irreverentes para chamar a atenção da Prefeitura de São Luís para os problemas de infra-estrutura que tanto incomodam o seu dia-a-dia. Moradores do Cohatrac, Anil e Turu já batizaram os personagens, que têm em comum o tom satírico em relação ao prefeito João Castelo.

No Cohatrac, um grupo de populares prepara para os próximos dias a apresentação de “João Craterão”, boneco que, como o próprio nome dá a entender, simbolizará a insatisfação da comunidade com os inúmeros buracos que tornaram intrafegáveis diversas ruas e avenidas do conjunto. O boneco é aguardado com enorme expectativa pelos moradores, que prometem comparecer em massa à sua “estréia”.

“João Inovador”. Foi este o nome escolhido pela comunidade do Anil para fazer galhofa com o título concedido ao prefeito João Castelo durante o VII Congresso Internacional Brasil Competitivo, realizado mês passado, em Brasilia. A administração de Castelo foi considerada destaque, segundo matéria distribuída pela Secretaria Municipal de Comunicação (Secom), por suposta “aplicação de recursos tecnológicos que podem servir de exemplo para outras prefeituras do país”. Para a população anilense, no entanto, o mérito atribuído ao tucano e que lhe rendeu tão pomposo prêmio é algo fantasioso, a exemplo do boneco que ganhará as ruas do bairro nos próximos dias.

Moradores do Turu também recorreram à ironia para externar sua contrariedade com a administração municipal. O alvo do desgosto é o plantio, em rotatórias e canteiros centrais de avenidas de São Luís, de mudas de carnaúba, palmeira típica do Piauí, que por não se adaptarem ao clima da cidade, estão apodrecendo. Para protestar contra a medida desastrada, a comunidade levará às ruas o boneco “João Carnaúba”, apelido já popularizado pela mídia local, mas que ainda não tinha ganhado forma.

Brincadeiras à parte, a reação irreverente da população ante o descaso da Prefeitura com os diversos problemas que assolam a capital é sintomática. É preciso muita cara de pau para ignorar tantas manifestações.

Irreverência: Nova Fórmula Para Sensibilizar Maus Gestores


Sem muito a fazer em relação ao descaso das autoridades para com a infra-estrutura de seus bairros, moradores vêm diversificando as formas de protestar contra a falta de ação do poder público. Nos últimos meses, percebe-se uma mudança de estratégia de várias comunidades para sensibilizar as autoridades sobre os problemas que enfrentam. Movidos por aguçado senso criativo e elevada dose de ironia, populares passaram a trocar a violência - externada em forma bloqueios de ruas e avenidas, incêndios e até depredação de ônibus e prédios públicos - pela criatividade ao fazer seus reclames, dando verdadeiros tapas de luva nos maus gestores que elegeram.

Em São Luís, a mais recente manifestação foi idealizada por moradores da avenida Pavão Filho, principal via de acesso à Janaína, um dos muitos bairros situados no entorno da Cidade Operária. Revoltados com o estado precário da via, eles confeccionaram um boneco e o batizaram de “João Buracão”, em alusão ao personagem que, recentemente, fez estrondoso sucesso Brasil a fora ao aparecer em denúncias de falta de conservação de vias públicas.

Nacionalmente, a presença de ”João Buracão” sensibilizou um número significativo de prefeitos e outros agentes públicos. O boneco deu ajuda providencial para a resolução de uma série de problemas, tornando-se uma figura extremamente popular e necessária. No plano local, ainda não é possível saber se a estratégia terá o mesmo resultado. Só o tempo e o bom senso dirão.

Foto: Biné Morais/O Estado do Maranhão

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Flávio Dino: “Maranhão precisa de renovação”


Diário da Manhã – O Sr. disse, em seu blog, que não entra em campanha contra a corrupção genérica. O que vem a ser isso?
Flávio Dino – São campanhas falsamente moralistas, inspiradas no velho udenismo, que surgem de tempos em tempos para que objetivos partidários sejam atendidos. Por exemplo, não concordo com as generalizações contra os políticos, que acabam resultando numa aversão à política de um modo geral. Isso só interessa a quem não quer mudar a política. Uma coisa é a punição dos maus políticos, absolutamente necessária, outra é a “criminalização” da política. Por isso reproduzi no meu blog o que considero uma boa agenda, concreta e factível, para enfrentamento da corrupção, com seriedade e espírito autenticamente republicano.

DM – Como o Sr. está observando a chamada crise no Senado?
FD – Tudo isso é profundamente lamentável, inclusive porque dificulta o funcionamento do Congresso Nacional. Leis importantes estão sendo deixadas de lado, com prejuízos para a sociedade. Espero que nessa retomada dos trabalhos legislativos, a partir de amanhã, os senadores encontrem uma solução, evidentemente com o prosseguimento das investigações necessárias.

DM – Em artigo nesta sexta-feira, na Folha de S. Paulo, o deputado Gabeira disse que passamos pela primeira onda: democratização, política econômica realista e generosa política social. E que deveríamos trazer ao debate uma segunda onda: a da transparência, que incluiria, entre outras coisas, o fim das campanhas apoiadas por fisiologistas. O que o Sr. acha da proposta?
FD – Concordo que avançamos muito nos itens apontados: democracia política, estabilidade econômica e a consolidação de políticas sociais. Mas, nacionalmente, também enxergo muitos avanços no que se refere à transparência na gestão do dinheiro público, com grande destaque para a atuação do Ministério Público, da Polícia e da CGU. Progressivamente os dados da movimentação do dinheiro público estão indo para a Internet. Sem dúvida precisamos aprimorar e estender mecanismos de controle social e participação popular. Mas não devemos colocar essa agenda na frente de outras, como a melhoria da distribuição de renda no Brasil, ainda profundamente injusta.

DM – Com o Governo Lula, grande parte dos Estados do Norte e do Nordeste saiu da condição de atraso econômico e social. O Maranhão não aproveitou e lá se vai mais uma década perdida, praticamente. Os políticos maranhenses não têm jeito?
FD – Realmente você tem razão, poderíamos ter avançado mais. Apenas para citar um exemplo, basta verificar a quantidade de casas construídas, muito abaixo do que seria possível, considerando as várias políticas disponíveis na Caixa. Isso geraria qualidade de vida e empregos. A política maranhense tem jeito sim, outros Estados já passaram por momentos ruins e conseguiram melhorar os indicadores sociais e implantar projetos de desenvolvimento. Não há mágica, é uma questão de querer fazer e saber fazer.

DM – Não se fala em outra coisa: Flávio Dino será candidato a governador em 2010. Já está decidido?
FD – Não está decidido ainda. Ser candidato a governador não é um projeto individual. Fico muito honrado com a lembrança e com a defesa que muitos têm feito do meu nome. Temos até o início de 2010 para decidir. Estou viajando muito e participando de reuniões para ouvir lideranças de vários segmentos. A principal característica de um bom político não é saber falar, é saber ouvir.

DM – Em recente passagem pela cidade de Caxias, o Sr. discursou como oposição ao grupo Sarney. Será esse o tom da campanha em 2010?
FD – Não disse nada de diferente do que disse na campanha municipal de 2008. O Maranhão precisa de renovação, de novos projetos, de novas lideranças. Esse discurso de que só tem dois lados na política maranhense tem cheiro de passado e não leva a mudanças reais. É um discurso conservador, portanto. O Maranhão precisa olhar para frente, para o futuro. Me posiciono com independência, dialogando com outras forças e buscando a formação de um bloco político que apresente um programa de mudanças, com alguns objetivos fundamentais: desenvolvimento econômico, distribuição de riqueza, melhoria dos nossos indicadores sociais, cumprimento das leis, boa aplicação do dinheiro público e participação popular.

DM – Como o Sr. tem acompanhado a administração da cidade de São Luís?
FD – Qual administração? Seis meses se passaram e nem o básico é feito: tapar os buracos e manter a cidade limpa. Na saúde permanece o caos. Não há transparência administrativa. O trânsito piora a cada dia, prejudicando sobretudo os mais pobres que passam horas presos em engarrafamentos. Nenhuma promessa sequer começou a ser cumprida: Bom Preço, fardamento gratuito, hospital do Angelim, computador de graça. Até os pés de carnaúba estão morrendo. Mas sou um otimista e tenho fé em Deus que a administração Castelo vai melhorar. Continuo à disposição para colaborar em favor da nossa cidade.

domingo, 2 de agosto de 2009

Quebra de sigilo telefônico pode evidenciar processo de cassação contra Castelo


Começa a fechar o cerco contra o prefeito de São Luís, João Castelo (PSDB), acusado em processo de cassação, movido pelo deputado federal Flávio Dino (PCdoB), por abuso de poder econômico e compra de votos nas eleições municipais de 2008.
O mais novo capítulo da novela é que o juiz eleitoral Lucas da Costa Ribeiro Neto começou a receber ontem os dados sob o sigilo telefônico do comerciante e suplente de vereador, Antônio Garcês.
O comerciante chegou a ser preso pela Polícia Federal no segundo turno da eleição do ano passado, com a quantia de R$ 5,2 mil, distribuídas em notas de R$ 20,00, além de centenas de “santinhos” (material de propaganda) do então candidato a prefeito João Castelo.
Para a Justiça Eleitoral, são evidências que precisam ser apuradas detalhadamente, apesar do prefeito Castelo já ter dito não ter qualquer ligação com o comerciante Antônio Garcês. No entanto, a coligação do ex-candidato Flávio Dino garante que essa é uma peça importante no processo, que definirá ou não a cassação do prefeito tucano.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

JUSTIÇA QUEBRA SIGILO TELEFÔNICO DE ALIADO DE JOÃO CASTELO


O processo de cassação do diploma do prefeito de São Luís, João Castelo (PSDB) continua tramitando na Justiça Eleitoral. O mais novo alvo de investigação passou a ser o comerciante Antônio José Lima Garcez, que foi preso, no segundo turno das eleições municipais de 2008, no bairro do João Paulo pela Polícia Federal portando “santinhos” do então candidato Castelo.
Antônio Garcez foi detido com a quantia de R$ 5 mil em notas de R$ 20,00. Para tentar esclarecer a ligação entre o acusado e o então candidato Castelo, o juiz Lucas da Costa Ribeiro Neto determinou às operadoras de telefonia móvel e fixa o prazo de 10 dias para fornecimento de dados solicitados na decisão judicial.
A decisão tomada pelo magistrado ocorreu no dia 30 de junho do corrente ano deferindo o pedido de quebra de sigilo telefônico feito pela coligação “Unidade Popular”, que teve como candidato a prefeito de São Luís, o deputado federal Flávio Dino (PCdoB), no processo que pede a cassação de Castelo por abuso de poder econômico e compra de votos.
Vale ressaltar que em março deste ano, o juiz Lucas Neto deferiu o mesmo pedido feito por Flávio Dino, mas sua decisão foi suspensa pelo juiz Mhegbel Abdala, que concedeu liminar em mandado de segurança impetrado pela defesa do então candidato do PSDB.
O advogado José Antônio Almeida, que faz a defesa do prefeito Castelo, desconhecia a decisão judicial e considerou “estranha”, já que o Pleno do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) decidiu pela extinção do primeiro processo que pedia a quebra do sigilo telefônico de Atônio Garcez. Para o advogado, a determinação do juiz Lucas Neto desobece o TRE.
Com informações do Jornal O Estado do Maranhão

sábado, 13 de junho de 2009

O QUE QUER A OPOSIÇÃO?

A frase atribuída ao pré-candidato presidencial Aécio Neves – de que não seria um candidato anti-Lula, mas pós-Lula – expressa as dificuldades da oposição para definir o perfil de suas candidaturas na eleição presidencial do próximo ano. Lula desconcertou a direita e a esquerda, com sua combinação entre uma política econômico-financeira ortodoxa e políticas sociais e política externa novas.Colocou para a oposição o dilema de reivindicar os elementos de continuidade como méritos seus, tentando também reivindicar o início das políticas sociais que frutificaram claramente no governo Lula, com as dificuldades do caso: por que a combinação deu certo agora e não antes? Os argumentos do contexto internacional – desfavorável a FHC e favorável a Lula – são insuficientes para dar conta de que Lula tenha 80% de apoio no terceiro ano do seu mandato, quando FHC contava com apenas 18%. O objetivo imediato da oposição é recuperar o governo e o Estado, mesmo se juntando vertentes diferentes. Por isso apostam em Serra, olhando para as pesquisas e não para as nuances de suas posições. Um parecer do DEM que pedia a Serra que se atacasse ao governo, não deixando que Lula e Dilma passeassem sozinhos pelo país, recebeu a resposta do governador de São Paulo de que havia criticado as taxas de juros e a política do Banco Central. Foi interrompido pelo representante do ex-PFL, para dizer-lhe que isso é o que estava bem no governo, que não deveria ser criticado. Haveria que criticar o resto. O que dá uma ideia de como a aliança opositora tenta impedir o que FHC mencionou para Aécio: que o PT governe o país por 16 anos. O resto virá depois.Alckmin foi um candidato neoliberal típico. Pregava o Estado mínimo, dizia que o Brasil estava perdendo oportunidades ao não se aliar prioritariamente com os países do centro do capitalismo e privilegiar alianças no Sul do mundo, elogiava o dinamismo do mercado etc, etc. Nenhum desses argumentos tem uma mínima viabilidade. Já naquele momento, facilitou a vitória de Lula no segundo turno, mesmo com Alckmin renegando as privatizações do governo de FHC, na busca desesperada de não sofrer a enorme derrota que acabou sofrendo. Serra – o provável candidato opositor – tentará se apresentar como desenvolvimento, como favorável a um papel ativo do Estado na economia, incorporando as políticas sociais do governo – assumidas pelo PSDB na reunião recentemente realizada no Nordeste. Busca concentrar suas críticas na elevada taxa de juros, nas alianças internacionais e na suposta utilização partidária do aparato de Estado pelo PT. Uma plataforma pobre, sobretudo que terá que se enfrentar com uma candidata muito competente, que tem resultados significativos para apresentar, não apenas como projeto, mas como realidade concreta, construída e projetada para o futuro. Serra tentará também reivindicar seu papel como ministro da Saúde do governo de FHC, exibindo os medicamentos genéricos como obra sua. Tratará de esconder que foi ministro econômico desse governo, em toda sua primeira etapa, quando se lançou o Plano Real. A política econômica de um eventual governo Serra conta como seus responsáveis fundamentais nomes que participaram do governo de FHC. Disputa-se daqui até 2010 o sentido do pós-Lula. Pode ser um parênteses entre dois governos tucanos-demo e introduzir um processo de restauração conservadora. Ou pode ser uma ponte para a saída do modelo herdado. De uma ou outra alternativa depende a continuidade da hegemonia do capital financeiro ou sua quebra. A manutenção do modelo de agronegócios no campo ou sua substituição por um modelo centrado na pequena e média propriedade, na economia familiar e na autossuficiência alimentar. A preservação de uma ditadura privada na formação da opinião pública ou a passagem à democratização da mídia e à construção democrática e pluralista da opinião pública.
Postado por Emir Sader
http://www.cartamaior.com.br/templates/blogMostrar.cfm?blog_id=1&alterarHomeAtual=1

sexta-feira, 12 de junho de 2009

quinta-feira, 11 de junho de 2009

JORNADA NACIONAL DE LUCHA NO PERU QUINTA-FEIRA, 11 JUNIO


Solidaridad con la lucha de los pueblos del amazonas

Confrontada com a recusa do Congresso a revogar o Decreto n º 1090 e outros dispositivos que privatizar a selva, os sindicatos organizados na Frente Nacional para a vida ea soberania reiterou seu apelo para o Dia Nacional de Protesto. En Lima, se desarrollará una movilización a Palacio de Gobierno. Em Lima, vai mobilizar ao Palácio do Governo. Entre los gremios que participarán destacan la CGTP, AIDESEP, CUT-Perú, CONACAMI, CCP, CNA, Partidos Políticos, Movimientos Estudiantiles, etc. Entre os sindicatos que participam incluir a CGTP, AIDESEP, a CUT-Peru, CONACAMI, PCC, CNA, os partidos políticos, movimentos estudantis, e assim por diante.

• pela cessação do Gabinete de Ministros; IMEDIATA REVOGAÇÃO DA SELVA decretos legislativos AO Privatizações; CESSAÇÃO de repressão, por uma comissão internacional para investigar o massacre de Bagua.

• POR UNA COMISIÓN MEDIADORA PARA RETOMAR EL DIÁLOGO SIN LA PARTICIPACIÓN DEL PREMIER, QUIEN HA DEJADO DE SER INTERLOCUTOR VALIDO Y RECONOCIMIENTO DE AIDESEP COMO ÚNICA ORGANIZACIÓN REPRESENTANTE DEL PUEBLO AMAZÓNICO. • Mediador de uma taxa destinada a retomar o diálogo, sem a participação do Premier, que tem deixado de ser válida AIDESEP eo reconhecimento como representativo de toda a Amazônia ORGANIZAÇÃO povos.

• RECORRIDO: PLAZA DOS DE MAYO, AV. • Tour: Plaza Dos de Mayo, AV. COLMENA, AV. Colmeia, AV. ABANCAY, AV. Abancay, AV. CUSCO TERMINANDO ENTRE LAMPA Y EMANCIPACIÓN. CUSCO termos entre Lampa e emancipação.

• SEGÚN LOS DIRIGENTES DE LA SELVA, VIENE AUMENTANDO LA PRESENCIA POLICIAL Y MILITAR EN LA ZONA, Y ATRAVÉS DE COMUNICADOS INDUCEN A LA POBLACIÓN PARA QUE NO PROTESTEN. • Tal como os líderes da selva, o aumento de policiais e militares PRESENÇA NA ÁREA E ATRAVÉS LIBERTAÇÕES induzir a população a não protestou.

Vergonha: ex-presidente da UNE manda PM invadir a USP


Quem conhece bem o governador de São Paulo, José Serra, diz que ele nada tem de impulsivo. Cerebral e determinado, Serra agiu de caso pensado e escolheu o seu lado quando mandou a Polícia Militar jogar bombas e atirar balas de borracha nos grevistas da Universidade de São Paulo (USP). O ex-presidente da UNE, nos idos de 1964, e provável presidenciável tucano em 2010, quer provar a seu eleitorado conservador que aquilo foram pecadilhos de juventude.

Professores pedem saída da reitora e eleição direta na USP

Depois de passarem toda a manhã desta quarta-feira (10) reunidos em assembléia, mais de 200 professores da Universidade de São Paulo (USP) decidiram pedir a saída da reitora da instituição, Suely Vilela, e a abertura de eleições diretas para a escolha de um novo dirigente para a universidade.Os docentes também reivindicam a retirada imediata da Polícia Militar do campus, a reabertura das negociações com o Fórum das Seis (entidade que congrega funcionários, docentes e estudantes das três universidades estaduais de São Paulo), a criação de um grupo para a elaboração de novo estatuto para a USP e a revogação da autorização que concede ao Conselho Universitário a permissão para chamar a polícia ao campus. Além disso, decidiram realizar um ato público conjunto entre as três universidades, ainda sem data marcada.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

ACONTECEU NO DIA 04 DE JUNHO


1997 – O Senado aprova em definitivo a emenda da reeleição para presidente, governador e prefeito, violentando 108 anos de tradição republicana. A compra de votos na Câmara não é apurada. O conservadorismo adquire um poderoso instrumento legal.
1819 – Os primeiros colonos suíços chegam ao Rio de Janeiro, tocados pela fome de 1817 no país de origem para fundar Nova Friburgo. 80 morrem na viagem.
1878 – Nasce em Durango, Francisco (Pancho) Villa, líder da revolução camponesa de 1911 no México.
1898 – Nasce Virgulino Ferreira, o futuro rei do cangaço.
1977 – Repressão ao 3º Encontro Nacional dos Estudantes em Belo Horizonte, Minas Gerais. 800 presos.
1984 – Greve de 30 mil professores em Pernambuco.
1993 – Os servidores federais encerram greve de 20 dias aceitando reajuste de 85%.
1997 – Pela primeira vez o calendário das Forças Armadas não inclui o 31/3, data do golpe de 1964.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

DIA 3 DE JUNHO OS EUA BOICOTAM DOCUMENTOS NA ECO- 92


1992 – Começa no Rio de Janeiro a Eco-92, conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre ecologia, com 114 chefes de Estado e 40 mil ecologistas de todo o mundo. Marcada pelo conflito norte-sul, pouco avança na prática. Os Estados Unidos, onde ocorrem 24% das emissões mundiais de dióxido de carbono, resistem a assumir compromissos e boicotam documentos.
1886 – Os liberais aderem à abolição: 14 senadores propõem prazo até 31/12/1889, 8 meses depois do 13 de maio.
1939 – 1ª emissão experimental da TV no Brasil, Rio de Janeiro.
1981 – Libertado no Rio após 200 dias, R. Walters, único condenado pelas bombas de 1980-81
1984 – A oposição vence a primeira eleição municipal desde 1968 em Santos, São Paulo, que deixa de ser “área de segurança nacional”.
1991 – Choque entre a Polícia Militar e mineiros grevistas em Criciúma, Santa Catarina.
1996 – 3 mil sem-terra ocupam a sede do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) em Salvador, Bahia, e mantêm 3 funcionários como reféns ate 6/6.

CLIMA TENSO: A POLÍCIA DO SERRA AMEAÇA REPRIMIR O GREVISTAS NA USP


Funcionários da Universidade de São Paulo (USP), em greve desde o dia 5 de maio, voltaram a fechar prédios do campus da capital, um dia após a Polícia Militar cumprir medida judicial que desbloqueou dez portarias em sete prédios. De acordo com Magno Carvalho, um dos diretores do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp), o prédio da Reitoria foi fechado com faixas, às 5h30.
A assessoria de imprensa da USP confirmou que os funcionários da Reitoria não entraram no prédio nesta terça-feira por terem sido impedidos pelos grevistas. Para a assessoria, trata-se de descumprimento de ordem judicial. A USP obteve na Justiça reintegração de posse, cumprida na segunda-feira (1º), por cerca de 150 policiais.Já o sindicalista diz que os funcionários do prédio aderiram espontaneamente à paralisação, sem a necessidade de barreira física no local. O diretor do Sintusp também informou que servidores da prefeitura da USP, do Centro de Práticas Esportivas (CEPUSP), de quatro restaurantes e do prédio da antiga reitoria voltaram a fechar essas unidades.Um ato foi realizado nesta terça-feira em frente à Reitoria em repúdio à presença dos policiais no campus da capital. Magno Carvalho também relatou tumulto no campus em que policiais teriam tentado prender um diretor do sindicato.Segundo ele, uma aluna quis entrar no CEPUSP, foi impedida pelos grevistas e teria acionado a polícia. Uma viatura da polícia foi ao campus, mas os grevistas teriam impedido os policiais de levar um dos sindicalistas. O incidente ocorreu por volta das 12h30 desta terça-feira.
Campanha salarialA proposta de reajuste salarial a funcionários e professores feita pelo (Cruesp) é de 6,05%. Os funcionários pedem reajuste de 16% - reposição da inflação dos últimos 12 meses mais 10% de reposição de perdas anteriores -, além de incorporação de R$ 200 ao salário.
Serra reage à greve na USP com repressão e Tropa de Choque
A Universidade de São Paulo se tornou, novamente, alvo de uma repressão desmedida do governador José Serra (PSDB). A Cidade Universitária amanheceu, nesta segunda-feira (1), completamente sitiada pela polícia. Em cada unidade, há pelo menos uma viatura, e em frente ao prédio da reitoria há uma concentração de dezenas de policiais.
Tudo isso devido a um movimento de greve de professores e funcionários da instituição. Os trabalhos da USP estão paralisados desde o dia 5 de maio e levantam a bandeira pelo aumento salarial, contra a ameaça de demissão de 5 mil trabalhadores, pelas demandas do hospital universitário e outras pautas específicas, além da reintegração de Claudionor Brandão, diretor do Sintusp (Sindicato dos Trabalhadores da USP).
A demissão de Claudionor é produto da perseguição política aos trabalhadores e ao sindicato, protagonizada pela reitoria e pelo governo do estado. Trata-se de uma política marcada pela prática anti-sindical e antidemocrática, que abre um gravíssimo precedente para todos os trabalhadores brasileiros. É inegável a expedição tucana contra a legítima mobilização em defesa da democracia na universidade sofram esta coerção policial.
"Os policiais estão com uma atitude provocativa frente aos trabalhadores, arrancando as faixas dos grevistas, buscando abertamente causar incidentes. Isso se dá justamente após a reitoria, apoiada pelo governo do estado, ter suspendido as negociações com os trabalhadores de maneira completamente arbitrária", relata a Comissão de greve.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Aconteceu em 28 de maio 1823

Dia do grito da independência em Muaná
Na Amazônia sob domínio português mesmo depois do Grito do Ipiranga, o partido brasileiro de Muaná (Marajó) proclama a Independência do Brasil e toma em armas. Os colonialistas esmagam o movimento.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

BLOG DO FLÁVIO DINO


Agora você também pode acompanhar a intervenção política e o mandato do deputado federal Flávio Dino acessando o " Blog do Flávio Dino" . Clique em http://flaviodino.com.br/blog/ e interaja com o mandato que a imprensa nacional considera um dos melhores do Brasil.

sábado, 23 de maio de 2009

Comissão Externa da Câmara faz audiência pública em São Luís


A Comissão Externa criada pela Câmara dos Deputados para acompanhar as enchentes no Maranhão realiza na próxima segunda-feira, dia 25, na Assembléia Legislativa, uma audiência pública com prefeitos, deputados estaduais e representantes do governo do estado para avaliar as providências já tomadas até o momento e definir medidas que garantam o acesso dos maranhenses aos recursos da Medida Provisória 463, editada na última quinta-feira, 21, pelo Presidente da República. A MP autoriza a liberação de um crédito de R$ 880 milhões para os estados atingidos pelas enchentes este ano, que devem ser destinados tanto ao socorro e assistência dos atingidos como à reconstrução das áreas afetadas.

A Audiência Pública começa às 10:30 horas no Plenarinho da Assembléia Legislativa e é aberta à população.
O Deputado Federal Flávio Dino (PCdoB-MA), que coordena a Comissão Externa da Câmara, considera insuficientes os R$ 120 milhões que, segundo a Secretaria Nacional da Defesa Civil (Sedec), serão destinados ao Maranhão. Porém, reforça a importância de se viabilizar o acesso dos municípios maranhenses a eles o mais rápido possível. “Embora seja menos do que o valor que pleiteamos ao ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, e ao próprio Presidente Lula, quando ele visitou o Maranhão, este é um crédito extraordinário fundamental”, pondera ele. “É preciso que haja uma grande mobilização política a fim de garantir que o Maranhão consiga receber de fato, e com urgência, o maior volume possível desses recursos”.
A pauta da reunião de segunda-feira deverá agora partir da edição dessa Medida Provisória, a fim de que se conjuguem todos os esforços de governo e também da sociedade civil para planejar o que precisa ser feito daqui por diante. O coordenador da Comissão lembra que a situação ainda é bastante precária em diversos abrigos de atingidos, especialmente nas cidades do interior do Maranhão, que é preciso melhorar as condições dessas famílias que tiveram de deixar suas casas e, ao mesmo tempo, começar a projetar desde logo a fase que se seguirá à normalização da situação, de recuperação da estrutura social e econômica do estado.
“Daí também ser importante a presença de lideranças da comunidade na Audiência Pública”, enfatiza Flávio Dino, fazendo um chamamento à população para que compareça. Foram convidados o presidente da Assembléia Legislativa, deputado Marcelo Tavares, o presidente da Federação dos Municípios do Maranhão, prefeito Raimundo Lisboa, o presidente da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Agricultura do Maranhão (Fetaema), sindicalista Francisco Sales, que fará um relato sobre a situação da agricultura familiar e das perdas de plantações com as enchentes, e também o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA) do Maranhão, engenheiro Raymundo Portelada.
O parlamentar informa ainda que a Comissão segue acompanhando nos Ministérios das Cidades e do Desenvolvimento Agrário o resultado dos ofícios encaminhados solicitando medidas especiais dessas pastas para atender os que perderam tudo com as enchentes.
Para os agricultores familiares, por exemplo, a Comissão pede a anistia das dívidas contraídas junto ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF) e um plano de ação emergencial de produção, que envolva a distribuição de sementes para o plantio de culturas de ciclo curto, a assistência técnica às famílias rurais e um programa de assistência social. Já para a reconstrução das casas dos atingidos pelas enchentes, especialmente da população mais pobre, o objetivo é a inserção de todos os municípios que se encontram em situação de emergência ou calamidade pública no novo programa habitacional do Governo Federal, o Minha Casa, Minha Vida.

ALTERNATIVAS DEMOCRÁTICAS PARA O MARANHÃO


Pressuposto: a) com a implantação de grandes empreendimentos na região, o Estado do Maranhão deve atravessar um novo ciclo de desenvolvimento, com impactos ambientais, econômicos, sociais, culturais e políticos no território e na população; b) as recentes disputas e mudanças políticas no Maranhão evidenciam e colocam em debate as formas de gestão do Estado e os seus vínculos com o desenvolvimento regional e o desenvolvimento nacional; c) o necessário debate sobre a gestão do Estado e o desenvolvimento regional não pode, no entanto, ficar restrito apenas aos partidos políticos e as suas lideranças na Assembléia Legislativa e no Congresso Nacional.
Proposta: a) provocar o debate sobre alternativas democráticas para o Estado do Maranhão com todos os setores interessados na democratização do Estado e da Sociedade; b) vincular o debate sobre a gestão do Estado ao desenvolvimento do Maranhão e sua inserção no cenário nacional e internacional; c) analisar os limites e as possibilidades das propostas de poder para o Maranhão representadas nas recentes disputas políticas no Estado; d) assegurar a necessária pluralidade ao debate a partir da articulação entre lideranças da sociedade civil, lideranças políticas e intelectuais.

Estratégias: a) promover uma série de debates sobre alternativas democráticas para o Estado do Maranhão com lideranças da sociedade civil, dos partidos políticos e pesquisadores; b) descentralizar o debate da capital do Estado, realizando sessões nos principais pólos urbanos e políticos do Maranhão; c) confrontar, nos debates, pontos de vistas e perspectivas diferentes no intuito de romper com as lógicas maniqueístas que têm dominado o debate no Estado; d) organizar um calendário factível de debates voltado para mobilizar e reunir tanto os militantes das organizações sociais e partidos político como outros setores interessados na democratização do Estado.
Ações: a) estabelecer temas e convidados para as mesas redondas; b) organizar calendário factível de realização dos debates nos principais pólos urbano e políticos do Estado; c) orçar os custos e buscar as fontes de financiamento; d) definir formas de mobilização ampla, através das redes dos movimentos, emissoras de rádio e televisão e outras formas; e) assegurar que as forma do debate seja capaz de mobilizar as pessoas interessadas em alternativas democráticas para o Estado.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Entidades de São Luís preparam ato em defesa da Petrobras


Entidades sindicais ligadas às centrais CUT e CTB estão planejando a realização de um ato público em São Luís contra a CPI da Petrobras. Para as entidades a CPI é uma “armação” política do PSDB com o intuito de enfraquecer a petroleira brasileira, hoje uma das maiores do mundo.

“A CPI é anti-patriótica, é um golpe dos tucanos que o povo vai repudiar”, analisa o dirigente sindical da CTB, Cláudio Bezerra, um dos incentivadores da mobilização. Para o dirigente sindical, atos como o realizado ontem no centro do Rio de Janeiro irão proliferar por todo o país. “Acho que o PSDB deu um tiro no pé ao tentar uma armação com o claro objetivo de desmoralizar a maior empresa do país, orgulho de nossa nação”, concluiu.

Em declaração ao portal Vermelho, a vereadora Rose Sales(PCdoB) reforçou as críticas à instalação da CPI. Para a parlamentar comunista “a CPI carece de justificativa plausível e está se configurando como uma manobra politiqueira dos tucanos”, disse. A bancada do PCdoB na Câmara de São Luís, que conta também com o vereador Fernando Lima, deverá dar apoio ao movimento.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

PCdoB critica governo João Castelo e cobra providências


São Luis : Cem dias Sem nada

1.Passados mais de cem dias desde o inicio do governo Castelo, constata-se de um modo geral a deterioração de serviços essenciais, a absoluta falta de transparência, uma imensa paralisia da máquina pública municipal e a completa inexistência de um projeto de gestão para a cidade. E isso tudo a despeito de contar com recursos suficientes.
2.Exemplos mais visíveis são a situação da malha viária que se encontra em estado lastimável sem que a Prefeitura adote medidas emergenciais básicas e adequadas para o período de chuvas; a deterioração dos serviços de saúde; a precariedade da limpeza pública em vários bairros; o descaso com a zona rural, entre outros.
3.Exemplo bem mais grave é a forma negligente e irresponsável como a Prefeitura Municipal se comportou diante dos previsíveis efeitos das chuvas. Nenhuma ação preventiva foi tomada para se evitar os graves transtornos causados, inclusive com vítimas fatais;
4.Até agora o prefeito de São Luís vem deixando a cidade à deriva, sem rumo, sem planejamento, sem previsões seguras sobre que projeto pretende implantar. Adota-se um lastimável modelo que desperdiça as possibilidades que a cidade tem para se desenvolver e criar condições de vida bem melhores para toda a população;

5.Neste período o prefeito João Castelo confirmou a sua reconhecida experiência em governar de forma autoritária. Foi assim no tratamento violento dado aos vendedores instalados no terminal de ônibus do São Cristóvão; na negativa em negociar diretamente com os agentes comunitários de saúde em greve para receber salários e outros direitos; na permanente falta de diálogo com os movimentos organizados; e até na relação com os vereadores, ignorados em seus pleitos mais elementares, inclusive o de audiências.
6.O governo João Castelo também se esquece das tão alardeadas promessas de campanha. Até o momento não esboçou qualquer iniciativa pública para viabilizar as promessas de fardamento gratuito, bom preço, Hospital do Angelim, leite gratuito para as crianças, tarifa social de ônibus urbano, moradias populares, entre tantas. Ao contrário, quando se manifestou foi para vetar projeto de lei aprovado pela Câmara na legislatura anterior que assegurava no atual exercício o fardamento gratuito para os alunos da rede municipal.
7.Não se quer de um governante, registre-se, soluções mágicas e instantâneas, mas espera-se sempre que ele possua o mínimo de preparo para cuidar da cidade e apontar rumos capazes de assegurar aos cidadãos e cidadãs a perspectiva de melhorias das condições gerais da cidade.
8.Diante disso, é necessário avivar as forças da sociedade para cobrar energicamente do governo municipal uma radical mudança de postura. O caminho é a mobilização permanente da comunidade para que a Prefeitura cumpra com sua responsabilidade;

9.O PCdoB conclama o povo de São Luis a cobrar seus direitos, a dizer não ao descaso e a exigir do prefeito uma postura de respeito à cidade;
10.Por fim, o PCdoB conclama publicamente o prefeito João Castelo a sair da paralisia e da irresponsabilidade. Ao trabalho, João Castelo!

São Luís, 23 de abril de 2009
Comitê Municipal do Partido Comunista do Brasil

UM GRITO PRESO NA GARGANTA DO POVO BRASILEIRO: FALA MINS. JOAQUIM BARBOSA!

terça-feira, 21 de abril de 2009

A OBCECADA ROSEANA EM DESMONTA O CENÁRIO DE 2010


Não é uma surpresa a insistência de Roseana Sarney em associa o seu novo governo não tão novo assim ao PC do B, PT e ao dep. Federal Flavio Dino através de boatos e factóides implantados em seus meios de comunicação como o jornal O Estado e o portal imirante. Hora o grupo Sarney bem habilidoso politicamente tenta com isso desmonta o palanque da esquerda no estado, vendo neste uma ameaça para os seus interesses eleitorais em 2010 como eleger Lobão governador e garantir a volta de Roseana ao senado tendo um único palanque no estado da possível candidata a presidente da republica Dilma Rouseff e isola ainda mais o já desgastado Jackson Lago caso tente disputar novamente, ou seja, o caminho livre para consolida uma vitoria segura ao seu grupo, por isso fará de tudo para desarticular ou descredibilizar esse campo associando a sua imagem através de falsas noticias implantadas pelo seu próprio grupo de comunicação.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

EM NOTA O PC DO B DESMENTE BOATOS DA MíDIA SARNEYSISTA

NOTA OFICIAL
A propósito de notícia veiculada na imprensa sobre a suposta participação do PCdoB na equipe do Governo Roseana Sarney, encaminhamos a nossa manifestação oficial:
O PCdoB não recebeu conv estites para dirigir o ITERMA ou a CAEMA, nem fez reivindicações relativas a esses órgãos ou a qualquer outro da estrutura administrativa estadual;
O PCdoB não mantém qualquer negociação para compor a equipe de governo;
Em sucessivas reuniões para analisar o novo quadro administrativo no Estado, nenhum integrante de nossas direções defendeu a participação no governo que ora se inicia;
Continuamos com a mesma avaliação que levou à tática eleitoral aplicada nas eleições municipais de 2008. Assim, trabalhamos todos os dias, com determinação e vigor, pela constituição de um campo político democrático, popular e progressista, que realmente renove a política maranhense e governe com competência e honestidade.
Prosseguiremos o nosso trabalho, dialogando e apresentando propostas aos Governos, aos Parlamentos e aos Movimentos Sociais, sempre procurando colaborar com a luta em favor de um Brasil desenvolvido e soberano e de um Maranhão à altura do que o nosso povo merece.
Atenciosamente,


Gerson Pinheiro - Presidente do Comitê Estadual

Márcio Jerry - Presidente do Comitê Municipal

Flávio Dino - deputado federal

VOLTEI!!!!!!!!!!!!!!!!!

ROSEANA SARNEY/JOÃO CASTELO E PSDB, CLARO QUE NÃO!

EU NÃO VOU ME ADPITAR!


Não Vou Me Adaptar
Titãs
Composição: Arnaldo Antunes

Eu não caibo mais
Nas roupas que eu cabia
Eu não encho mais
A casa de alegria
Os anos se passaram
Enquanto eu dormia
E quem eu queria bem
Me esquecia...

Será que eu falei
O que ninguém ouvia?
Será que eu escutei
O que ninguém dizia?
Eu não vou me adaptar
Me adaptar...

Eu não tenho mais
A cara que eu tinha
No espelho essa cara
Não é minha
Mas é que quando
Eu me toquei
Achei tão estranho
A minha barba estava
Desse tamanho...

Será que eu falei
O que ninguém ouvia?
Será que eu escutei
O que ninguém dizia?
Eu não vou me adaptar
Me adaptar...

Não vou!
Me adaptar! Me adaptar!
Não vou! Me adaptar!
Não vou! Me adaptar!...

quinta-feira, 26 de março de 2009

Rapidinhas

marasmo
Caminhamos para mais de 3 meses de ingestão do governo João castelo PSDB, que insiste em repeti como disco arranhado "a culpa é do Tadeu" e com essa conversa fiada a prefeitura esta deixando de realizar serviços básicos.

paisagismo
Enquanto executa o projeto de paisagismo de São Luís com orçamento já deixado pela gestão palaciano, será esse canteiro de obras que ele tanto falava?Um projeto paisagístico da gestão passada.

"jeitão"
Algumas figuras do PSB andam incomodadas o "jeitão" como Castelo se relaciona com os aliados, se queixam que as indicações para os cargos de confiança na prefeitura que o PSB tenta fazer, são pessoas de preferência pessoal de Castelo dentro do PSB não as que a direção do partido realmente faz.

isolada
Já é visível o isolamento da vice-prefeita e secretária de saúde Helena Duailibe por Gardênia que comandada uma verdadeira campanha para frita a vice-prefeita na pasta da saúde, atropelando as decisões de Helena como no caso das indicações dos diretores dos hospitais municipais.

terça-feira, 24 de março de 2009

DCE da UFMA promove semana de recepção aos calouros

Semana de recepção dos calouros promovido pelo DCE da UFMA de 30 de Março a 3 de Abril será intensa e com uma programação bem diversificada palestras, mini-cursos, debates, prestação de serviços da área de saúde e atividades culturais e tudo isso com direito a certificado.Como participa?As inscrições estão sendo realizadas no DCE localizado na área de vivencia do campos universitário do bacanga, também estão abertas para a extensão, o investimento para participa é de 5,00 reais, vale a pena participe!
PROGRAMAÇÃO DA CALOURADA GERAL DO DCE

1. MESA DE ABERTURA
“A Política Nacional de Petróleo e os impactos sócio-econômicos da Refinaria no Maranhão”
2. MESAS DE DEBATES
MD1 à EXISTE SOLUÇÃO CAPITALISTA PARA A CRISE DO CAPITALISMO?
MD2 à REFORMA UNIVERSITÁRIA
MD3 à ESPORTE ENQUANTO FORMA DE INCLUSÃO DA JUVENTUDE NA SOCIEDADE
MD4 à A SUPER CRISE AMBIENTAL
P1 à 50 ANOS DA REVOLUÇÃO CUBANA
P2 à 30 ANOS DA LEI DE ANISTIA: O DIREITO A MEMÓRIA E A VERDADE
3. MINI CURSOS
MC1 – ECONOMIA POLÍTICA
MC2 – METODOLOGIA CIENTÍFICA
MC3 – ÉTICA E HUMANISMO
MC4 – GEOPROCESSAMENTO
MC5 – ANABÓLICOS
MC6 – MEDICINA ALTERNATIVA
MC7 – ENERGIAS ALTERNATIVAS
MC8 – INICIAÇÃO CIENTÍFICA E EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA
ATIVIDADES CULTURAIS
AC1 – BLOCO DO TOTTI E CIA CIRCENSE
AC2 – SENO DE TETA E HIP HOP
AC3 – BETO NEGOKA’APOR
AC4 – A VIDA É UMA FESTA
CALOURADA GERAL – FORRÓ PANKADA E BICHO TERRA

PEC e Plano Nacional de Juventude: o legado de uma geração


Encontram-se em fase final de tramitação no Congresso Nacional, duas importantes matérias que, se aprovadas, contribuirão decisivamente para o desenvolvimento do país e para melhoria da qualidade de vida de 50 milhões de brasileiros e brasileiras situados na faixa etária de 15 a 29 anos.
por Danilo Moreira*
Estamos falando da Proposta de Emenda Constitucional (PEC42/2008), que insere no capítulo dos Direitos e Garantias Fundamentais, o termo juventude na Constituição Federal. Ao reconhecer esta parcela da população, como segmento prioritário para a elaboração de políticas públicas, como já fora feito com idosos, crianças e adolescentes, avançaremos no sentido de superarmos o binômio juventude-problema para um patamar onde a juventude seja compreendida como um grupo de sujeitos detentores de direitos.
O texto da PEC da Juventude, como ficou conhecida, indica ainda necessidade de aprovação de uma segunda matéria, um Projeto de Lei (PL) estabelecendo o Plano Nacional de Juventude. Tal plano aponta uma série de metas que deverão ser cumpridas pela União, em parceria com Estados, Municípios e organizações juvenis nos próximos 10 anos. Formado por diversas ações articuladas nas áreas de cultura, saúde, esporte, cidadania, trabalho, inclusão digital, educação, etc.
O PL 4530/2004, que trata do Plano Nacional de Juventude, já foi aprovado por uma comissão especial na Câmara dos Deputados e aguarda apenas a votação em plenário. Como o relatório foi aprovado em dezembro 2006, o Conselho Nacional de Juventude – Conjuve, está propondo sua atualização e votação ainda este ano. Para tanto necessitaremos de um esforço concentrado de parlamentares, governo federal, lideranças dos movimentos juvenis e da sociedade civil, visando a negociação de uma nova versão.
O que para muitos pode parecer uma questão organizativa e sem resultado no curtíssimo prazo, na verdade representa uma visão estratégica sem precedentes sobre este importante segmento populacional, por vezes tratado numa perspectiva de futuro, mas nunca construído como uma realidade do presente, ou até mesmo encarado de maneira imediatista e reativa aos “problemas da juventude”.
A cristalização deste tema em nossa Carta Magna, a atualização e aprovação de um Plano Nacional, estabelecendo metas para as Políticas Públicas de Juventude nos próximos 10 anos, são a melhor expressão da luta desta geração por mais direitos e, em última instância, pela efetiva democratização do Estado.
O mais importante, porém, é que para a concretização desta vitória o caminho escolhido não ficou restrito à articulação em gabinetes governamentais e parlamentares, sempre muito receptivos, diga-se de passagem. Todas as vezes que estes foram procurados, foi sempre em nome de uma ampla mobilização social dos próprios movimentos juvenis e com forte envolvimento dos mais diversos setores da sociedade civil organizada. Basta constatar os resultados da 1ª Conferência Nacional de Juventude, realizada em 2008, envolvendo mais de 400 mil participantes, e que indicou a necessidade da PEC e do Plano Nacional de Juventude ente suas mais fortes prioridades.
Caminhamos para os dois últimos anos do governo Lula, que teve como mérito o ineditismo na criação de uma Política Nacional de Juventude. Não devemos, porém, nos contentar com este avanço e muito menos deixar que esta iniciativa fique circunscrita ao período de um governo, sem garantias de continuidade após 2010. Por isso, é que precisamos extrapolar os limites da luta entre ‘governo’ e ‘oposição’ e colocar este tema na agenda do projeto de país que queremos, podemos e estamos construindo como legado a esta e às próximas gerações. É chegado o momento de alçar definitivamente política de juventude à condição de política de Estado. O Brasil precisa, a juventude quer.

*Danilo Moreira é Secretário-Adjunto da Secretaria Nacional de Juventude, presidiu o Conselho Nacional de Juventude - Conjuve, em 2008 e foi Coordenador da 1ª Conferência Nacional de Políticas Públicas de Juventude.

domingo, 22 de março de 2009

V Encontro de Fóruns da Juventude


A cidade de Viana sediará nos dias 21 e 22 de março, o V Encontro de Fóruns da Juventude Maranhense. Cento e cinquenta jovens de treze municípios do estado participarão do encontro que tem como tema: Fóruns da Juventude - Seis anos de luta por uma Baixada Melhor Dentre os objetivos do evento, estão: fortalecer os Fóruns da Juventude da Baixada Maranhense, Santa Inês e Belágua; refletir sobre as práticas exitosas realizadas nos territórios; contribuir para a integração dos Fóruns de modo que se constitua uma rede orgânica de ação da juventude no território da baixada maranhense; legitimar o movimento integrado das áreas de Comunicação Educativa, Arte e cultura, Educação Física, Esporte e Lazer, Educação e Trabalho, como Redes de Desenvolvimento Local.Durante a programação, os jovens apresentarão, através de vídeos e depoimentos, as conquistas e realizações dos Fóruns nesse período. Também está prevista uma reflexão sobre o movimento juvenil no território e as perspectivas para os próximos 5 (cinco) anos.HistóricoOs Fóruns da Juventude são espaços de discussão de propostas e de realização de atividades de fomento a políticas públicas que visam o desenvolvimento da juventude a da comunidade em geral. São formados por jovens de diferentes organizações juvenis da sede e da zona rural dos municípios. Atualmente existem 13 Fóruns da Juventude em pleno funcionamento que trabalham de forma integrada em três regiões diferentes. São 11 na Baixada Maranhense, nas cidades de Arari, Cajari, Matinha, Olinda Nova, Palmeirândia, Penalva, São Bento, São João Batista e São Vicente Ferrer, Viana e Vitória do Mearim, 01 na região do Pindaré - Santa Inês, e 01 na região do Semi – árido – Belágua. O primeiro Fórum da Juventude foi criado em 2004 (Palmeirandia) e o último em 2007 (Viana). Atualmente, a baixada – campos e lagos maranhense é uma das regiões com maior índice de concentração de Fóruns da Juventude articulados em todo país. Em parceria com o Conjunto Integrado de Projetos Jovem Cidadão realizam ações nas áreas de Educação, Trabalho, Comunicação Educativa, Educação Física, Esporte e lazer, Arte e cultura, Meio Ambiente, atuando na sede e na zona rural de cada cidade. Para integrar e fortalecer as ações e articulações dos Fóruns da Juventude são realizados os Encontros de Fóruns da Juventude da Baixada Maranhense, Pindaré e Semi–árido, momentos estes de debates, palestras, grupos temáticos, oficinas, mini-cursos para reflexão e aprofundamento da atuação dos Fóruns nas suas cidades e nas regiões.Os Encontros são realizados no território, com a participação de representantes dos fóruns da juventude, organizações juvenis, aliados, apoiadores, com objetivos como: fortalecer os Fóruns da Juventude; discutir o papel dos Fóruns na construção de políticas públicas; propor ações/metas/ diretrizes para o trabalho da juventude; discutir sobre a participação da juventude em diferentes espaços de decisão e controle de políticas públicas; dialogar sobre as alianças e ações cooperativas desenvolvidas no território; refletir sobre autonomia dos Fóruns; planejar as ações do CIP Jovem Cidadão; contribuir para a integração dos Fóruns e construção de um movimento amplo da juventude.Programação CulturalDurante o V Encontro de Fóruns da Juventude Maranhense, será feito o lançamento do Cd da IV Mostra de Música da Juventude, realizada na cidade de Matinha, no ano passado. A banda Pichanos Black de Arari, que participou da mostra, fará apresentação para o público, interpretando canções do Tropicalismo ao Rock.Também como parte da programação cultural, serão conhecidos os vencedores das cinco categorias (vídeo, animação, texto, peça radiofônica e fotografia) do Prêmio Jovem Comunicador 2008. Os trabalhos escolhidos pelo juri como os melhores da terceira etapa (meioa-ambiente) serão exibidos em praça pública. As agências vencedoras serão convidadas para receber os prêmios previsto em regulamento.

V ENCONTRO DE FÓRUNS DA JUVENTUDE
Local: Viana – MA
Data: 21 e 22 de março de 2009

PROGRAMAÇÃO
Dia 21/03

08h – Credenciamento

09h – Boas Vindas e Abertura

09h30 – Painel: Fóruns da Juventude: 06 anos de luta por uma Baixada Melhor. (Apresentação de vídeos com as conquistas e realizações dos Fóruns nesses seis anos).
Intervalo

11h – Palestra: Reflexão e Debate sobre o Movimento de Juventude e Desenvolvimento Local Construído na Região, a partir exposto pelos Fóruns.

12h – Almoço

14h às 17h30 – Grupos de Discussão
1 – Agencia de Comunicação/ Rede Jovens Comunicadores/ Telecentros/ Polo de Desenvolvimento de TIC
2 – Arte e Cultura na Baixada
3 – Desenvolvimento do Território da Baixada (Incubadora de Projetos/ CEMPs/ EJA profissionalizante/ Turismo Comunitário)
4 – Educação Física Esportes e Lazer na Baixada
5 – Ação dos Fóruns da Juventude em atividades com crianças e adolescentes (NOUTRO TURNO)

14h às 17h30 – Oficinas/ Vivências Práticas para crianças, adolescentes e jovens de Viana
1 – Teatro de Rua
2 – Festival de Esporte de Rua
3 – Leitura/ Contação de Histórias

18h30 – Jantar

19h30 – Programação Cultural
- Lançamento do CD da Mostra de Música;
- Divulgação do Resultado do Prêmio Jovem Comunicador

Dia 22/03/09

08h30 – Plenária de Apresentação do Resultado dos Grupos de Discussão e Oficinas

09h00 – Ciranda de Vozes: Movimento Orgânico de Juventude na Baixada Maranhense.

09h30 – Debate

09h40 – Eleição da Câmara Juvenil do Instituto Comunitário Baixada Maranhense

10h30 – Lançamento da Campanha Permanente de Mobilização da Juventude

11h20 – Considerações e Encaminhamentos

12h – Almoço e Despedidas Finais

TV Câmara censurou programa a pedido de Gilmar Mendes


CARTA ABERTA AOS JORNALISTAS DO BRASIL

Com cópias para:

Sérgio Murillo de Andrade, presidente da Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj);

Maurício Azedo, presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI); e

Romário Schettino, presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF)


No dia 11 de março de 2009, fui convidado pelo jornalista Paulo José Cunha, da TV Câmara, para participar do programa intitulado “Comitê de Imprensa”, um espaço reconhecidamente plural de discussão da imprensa dentro do Congresso Nacional. A meu lado estava, também convidado, o jornalista Jailton de Carvalho, da sucursal de Brasília de O Globo. O tema do programa, naquele dia, era a reportagem da revista Veja, do fim de semana anterior, com as supostas e “aterradoras” revelações contidas no notebook apreendido pela Polícia Federal na casa do delegado Protógenes Queiroz, referentes à Operação Satiagraha. Eu, assim como Jailton, já havia participado outras vezes do “Comitê de Imprensa”, sempre a convite, para tratar de assuntos os mais diversos relativos ao comportamento e à rotina da imprensa em Brasília. Vale dizer que Jailton e eu somos repórteres veteranos na cobertura de assuntos de Polícia Federal, em todo o país. Razão pela qual, inclusive, o jornalista Paulo José Cunha nos convidou a participar do programa.

Nesta carta, contudo, falo somente por mim.

Durante a gravação, aliás, em ambiente muito bem humorado e de absoluta liberdade de expressão, como cabe a um encontro entre velhos amigos jornalista, discutimos abertamente questões relativas à Operação Satiagraha, à CPI das Escutas Telefônicas Ilegais, às ações contra Protógenes Queiroz e, é claro, ao grampo telefônico – de áudio nunca revelado – envolvendo o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres, do DEM de Goiás. Em particular, discordei da tese de contaminação da Satiagraha por conta da participação de agentes da Abin e citei o fato de estar sendo processado por Gilmar Mendes por ter denunciado, nas páginas da revista CartaCapital, os muitos negócios nebulosos que envolvem o Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), de propriedade do ministro, farto de contratos sem licitação firmados com órgãos públicos e construído com recursos do Banco do Brasil sobre um terreno comprado ao governo do Distrito Federal, à época do governador Joaquim Roriz, com 80% de desconto.

Terminada a gravação, o programa foi colocado no ar, dentro de uma grade de programação pré-agendada, ao mesmo tempo em que foi disponibilizado na internet, na página eletrônica da TV Câmara. Lá, qualquer cidadão pode acessar e ver os debates, como cabe a um serviço público e democrático ligado ao Parlamento brasileiro. O debate daquele dia, realmente, rendeu audiência, tanto que acabou sendo reproduzido em muitos sites da blogosfera.

Qual foi minha surpresa ao ser informado por alguns colegas, na quarta-feira passada, dia 18 de março, exatamente quando completei 43 anos (23 dos quais dedicados ao jornalismo), que o link para o programa havia sido retirado da internet, sem que me fosse dada nenhuma explicação. Aliás, nem a mim, nem aos contribuintes e cidadãos brasileiros. Apurar o evento, contudo, não foi muito difícil: irritado com o teor do programa, o ministro Gilmar Mendes telefonou ao presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, do PMDB de São Paulo, e pediu a retirada do conteúdo da página da internet e a suspensão da veiculação na grade da TV Câmara. O pedido de Mendes foi prontamente atendido.

Sem levar em conta o ridículo da situação (o programa já havia sido veiculado seis vezes pela TV Câmara, além de visto e baixado por milhares de internautas), esse episódio revela um estado de coisas que transcende, a meu ver, a discussão pura e simples dos limites de atuação do ministro Gilmar Mendes. Diante desta submissão inexplicável do presidente da Câmara dos Deputados e, por extensão, do Poder Legislativo, às vontades do presidente do STF, cabe a todos nós, jornalistas, refletir sobre os nossos próprios limites. Na semana passada, diante de um questionamento feito por um jornalista do Acre sobre a posição contrária do ministro em relação ao MST, Mendes voltou-se furioso para o repórter e disparou: “Tome cuidado ao fazer esse tipo de pergunta”. Como assim? Que perguntas podem ser feitas ao ministro Gilmar Mendes? Até onde, nós, jornalistas, vamos deixar essa situação chegar sem nos pronunciarmos, em termos coletivos, sobre esse crescente cerco às liberdades individuais e de imprensa patrocinados pelo chefe do Poder Judiciário? Onde estão a Fenaj, e ABI e os sindicatos?

Apelo, portanto, que as entidades de classe dos jornalistas, em todo o país, tomem uma posição clara sobre essa situação e, como primeiro movimento, cobrem da Câmara dos Deputados e da TV Câmara uma satisfação sobre esse inusitado ato de censura que fere os direitos de expressão de jornalistas e, tão grave quanto, de acesso a informação pública, por parte dos cidadãos. As eventuais disputas editoriais, acirradas aqui e ali, entre os veículos de comunicação brasileiros não pode servir de obstáculo para a exposição pública de nossa indignação conjunta contra essa atitude execrável levada a cabo dentro do Congresso Nacional, com a aquiescência do presidente da Câmara dos Deputados e da diretoria da TV Câmara que, acredito, seja formada por jornalistas.

Sem mais, faço valer aqui minha posição de total defesa do direito de informar e ser informado sem a ingerência de forças do obscurantismo político brasileiro, apoiadas por quem deveria, por dever de ofício, nos defender.

Leandro Fortes
Jornalista

Brasília, 19 de março de 2009

sexta-feira, 20 de março de 2009

Aumenta preferência por Dilma Rousseff


http://datafolha.folha.uol.com.br/po/ver_po.php?session=858
Se a eleição para presidente fosse hoje, o atual governador de São Paulo, José Serra (PSDB) seria o favorito, mostra pesquisa realizada pelo Datafolha. O tucano obtém percentuais de intenção de voto que variam entre 35% e 47%. O favoritismo de Serra já era registrado pelo Datafolha em pesquisas realizadas em março e em novembro do ano passado. Em comparação com o levantamento de novembro, apenas a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), oscilou acima da margem de erro, que é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O Datafolha ouviu 11.204 pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 16 e 19 de março de 2009.Foram apresentados cinco cenários aos entrevistados. No primeiro cenário apresentado, Serra atinge 41% de intenções de voto, percentual idêntico ao que obtinha em novembro. A taxa dos que votariam em Ciro Gomes (PSB) oscilou de 15% para 16%. Heloísa Helena (PSOL) caiu de 14% para 11%, enquanto Dilma Rousseff subiu de 8% para 11% das preferências. Votariam em branco ou anulariam o voto 13% (eram 12%) e declaram-se indecisos 8% (eram 9%).José Serra obtém seu melhor desempenho no cenário em que o nome de Ciro Gomes não é incluído, chegando a 47% das intenções de voto, mesmo percentual que obtinha no levantamento anterior. Nesse cenário, Heloísa Helena oscilou de 17% para 15% e Dilma Rousseff subiu de 10% para 13% das preferências. Já o pior desempenho de Serra é no cenário em que disputa com Ciro Gomes e com seu companheiro de partido, Aécio Neves. Quando se considera essa hipótese, o governador paulista atinge 35% das intenções de voto – obtinha 36% em novembro. Disputam o segundo lugar Ciro Gomes, que se manteve com 14%, Heloísa Helena, que oscilou de 13% para 12%, Aécio, que se manteve com 12%, e Dilma Rousseff, que subiu de 7% para 11%. Quando Serra é excluído da disputa, e Aécio Neves assume seu lugar como candidato do PSDB, Ciro Gomes assume a liderança, com 25% das intenções de voto. Esse percentual é idêntico ao que o socialista obtinha em novembro. Heloísa Helena oscilou de 19% para 17%, mesmo percentual obtido por Aécio, que repete índice do levantamento anterior. Nesse cenário, Dilma Rousseff variou positivamente de 9% para 12%. Nesse cenário o percentual dos que votariam em branco ou nulo chega a 18% e se dizem indecisos 10%. Também foi apresentado aos entrevistados um cenário em que Aécio é o candidato tucano, e no qual não há a participação de Ciro Gomes. Nesse caso, ocorre empate entre Heloísa Helena, com 26%, e o governador mineiro, com 22%. Como o empate se dá no limite da margem de erro, é mais provável que a provável candidata do PSOL esteja à frente. No entanto, os percentuais obtidos por Heloísa e Aécio empatam com a taxa dos que votariam em branco ou nulo (24%). Em relação ao levantamento anterior, ambos oscilaram negativamente um ponto para baixo. Já Dilma Rousseff, nesse cenário, variou de 12% para 16%. Quando solicitados a dizer espontaneamente em quem gostariam de votar para presidente da República em 2010, um quarto (25%) dos brasileiros declaram a vontade de reeleger o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). José Serra é mencionado espontaneamente por 6% e Aécio Neves e Dilma Roussef são citados por 3% dos entrevistados, cada. José Serra é o provável candidato à Presidência mais conhecido pelos brasileiros: 95% dos entrevistados afirmam conhecê-lo, mesmo que apenas tenham ouvido falar do tucano. Desses, 39% se dizem bem informados, 43% se consideram mais ou menos informados e 13% se dizem mal informados a respeito de Serra.Ciro Gomes vem em segundo lugar nesse aspecto: 86% dizem conhecê-lo. Consideram-se bem informados a respeito do socialista 17%; mais ou menos informados são 44% e, mal informados, 24%. Dizem conhecer a fundadora do PSOL, Heloísa Helena, 72%, dos quais se dizem bem informados a respeito de sua trajetória 16%, mais ou menos informados, 36%, e, mal informados, 20%. Aécio Neves é conhecido por 62%, dos quais 13% se consideram bem informados a respeito do tucano. Um terço (30%) se diz bem informado e 19% se consideram mal informados sobre ele. Entre os que moram na região Nordeste, a taxa dos que declaram conhecer Aécio é de 49%. Dilma Rousseff é a provável candidata à Presidência menos conhecida pelos brasileiros: 52% afirmam ter conhecimento da existência ministra da Casa Civil, percentual similar ao dos que dizem não conhecê-la (48%). Dos que conhecem, 12% se dizem bem informados, 24% mais ou menos informados e 16% mal informados a respeito dela. Entre os brasileiros que moram na região Sul a taxa dos que dizem conhecê-la chega a 60%.