Do Portal Terra
Laryssa Borges
Direto de Brasília
Sob a iminência de ser pressionado a abandonar a pré-candidatura ao governo do Maranhão para que o PT possa se voltar ao projeto de reeleição da peemedebista Roseana Sarney, aliada direta do Palácio do Planalto, o deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) rejeita a pecha de correr o risco de ser um "Ciro regional" se perder o direito de disputar o governo em outubro. Mesmo com a chance de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pressionar o presidente do PCdoB, Renato Rabelo, a implodir as pretensões eleitorais do parlamentar, Dino avisa: "não retiro a candidatura nem se o Lula pedir".
Em entrevista ao Terra, o pré-candidato ao Palácio dos Leões explica que a pressão de alguns setores petistas não deve surtir efeito, uma vez que a candidatura própria do PCdoB foi aprovada em convenção no Maranhão, tendo seguido todos os ritos formais e ainda tendo sido acompanhada pelo presidente nacional petista, José Eduardo Dutra, e pelo secretário nacional de Organização do PT, Paulo Frateschi. Na ocasião, a candidatura própria do PCdoB venceu a proposta de apoio a Roseana por 87 a 85 votos.
"Não retiro a candidatura nem se o Lula pedir. A posição oficial estadual e nacional é a manutenção. O resto são conjecturas. Houve uma convenção no Maranhão, um encontro que foi legítimo. Como se desmancha isso?", questiona o deputado, que, sem citar seus adversários, afirma que "a vontade de alguns não tem como prevalecer". Para o deputado, "não há o cenário de se retirar a candidatura" porque "a situação está institucionalizada".
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Ficha Limpa - PCdoB defende votação imediata
PCdoB divulga nota de apoio à aprovação do Ficha Limpa
Agência Câmara
Publicação: 28/04/2010 17:21
A Bancada do Partido Comunista do Brasil - PCdoB - considera de grande importância a votação do Projeto de Lei Complementar nº 518, de 2009, conhecido como "Ficha Limpa", nos termos do substitutivo apresentado pelo Grupo de Trabalho que analisou este tema na Câmara dos Deputados.
Entendemos que o Projeto traz uma grande contribuição para dar legitimidade ao processo eleitoral, conferindo credibilidade aos que exercem cargos eletivos. Por isso, apoiamos sua aprovação.
Desde o início da tramitação do Ficha Limpa nossa bancada tem participado ativamente em construir as condições de sua aprovação.
No grupo de trabalho que examinou a matéria, o deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) teve grande protagonismo na confecção do texto que chegou ao Plenário, enquanto o deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA), como líder do Bloco PSB-PCdoB-PMN-PRB, foi signatário do requerimento de sua tramitação em urgência urgentíssima.
O Projeto de Lei Complementar, com as emendas a ele apresentadas em Plenário, encontra-se neste momento sob exame da Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJC), que, segundo delegação do Plenário, terá até o dia 29 de abril para dar seu parecer.
Consideramos importante o pronunciamento da CCJC sobre a proposição, cumprindo sua incumbência regimental de opinar sobre matéria eleitoral e deixando claro, em nosso voto, que o prazo dado a essa Comissão não teria nenhuma conotação protelatória quanto a sua votação pela Casa.
Aguardamos que, conforme estipulado pelo Plenário, a proposição, com ou sem manifestação da CCJC, retorne à pauta de votação até a próxima semana, na qual, com os aperfeiçoamentos que venham a ser feitos, possamos aprová-la no prazo mais rápido possível.
A sociedade aguarda a aprovação dessa matéria, e nossa Bancada está comprometida com isso.
Brasília, 28 de abril de 2010.
Vanessa Grazziotin Líder do PCdoB
Agência Câmara
Publicação: 28/04/2010 17:21
A Bancada do Partido Comunista do Brasil - PCdoB - considera de grande importância a votação do Projeto de Lei Complementar nº 518, de 2009, conhecido como "Ficha Limpa", nos termos do substitutivo apresentado pelo Grupo de Trabalho que analisou este tema na Câmara dos Deputados.
Entendemos que o Projeto traz uma grande contribuição para dar legitimidade ao processo eleitoral, conferindo credibilidade aos que exercem cargos eletivos. Por isso, apoiamos sua aprovação.
Desde o início da tramitação do Ficha Limpa nossa bancada tem participado ativamente em construir as condições de sua aprovação.
No grupo de trabalho que examinou a matéria, o deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) teve grande protagonismo na confecção do texto que chegou ao Plenário, enquanto o deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA), como líder do Bloco PSB-PCdoB-PMN-PRB, foi signatário do requerimento de sua tramitação em urgência urgentíssima.
O Projeto de Lei Complementar, com as emendas a ele apresentadas em Plenário, encontra-se neste momento sob exame da Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJC), que, segundo delegação do Plenário, terá até o dia 29 de abril para dar seu parecer.
Consideramos importante o pronunciamento da CCJC sobre a proposição, cumprindo sua incumbência regimental de opinar sobre matéria eleitoral e deixando claro, em nosso voto, que o prazo dado a essa Comissão não teria nenhuma conotação protelatória quanto a sua votação pela Casa.
Aguardamos que, conforme estipulado pelo Plenário, a proposição, com ou sem manifestação da CCJC, retorne à pauta de votação até a próxima semana, na qual, com os aperfeiçoamentos que venham a ser feitos, possamos aprová-la no prazo mais rápido possível.
A sociedade aguarda a aprovação dessa matéria, e nossa Bancada está comprometida com isso.
Brasília, 28 de abril de 2010.
Vanessa Grazziotin Líder do PCdoB
quarta-feira, 21 de abril de 2010
PT repudia participação de membros do partido no governo de Roseana Sarney
Integrantes do Partido dos Trabalhadores divulgaram ontem uma nota criticando a decisão de petistas que aceitaram participar do primeiro escalão do governo de Roseana Sarney. Na nota, os signatários afirmam que o PT do Maranhão não aprovou, autorizou ou endossou qualquer decisão que permitisse filiados ao partido assumir secretarias no “governo ilegítimo da oligarquia Sarney, configurando-se em uma decisão autoritária e ilegal de um grupo do PT que foi derrotado no debate sobre a política de alianças do partido para as eleições de 2010”.
Os petistas signatários da nota argumentam que o Encontro de Definição de Tática Eleitoral, realizado nos dias 26 e 27 de março, decidiu “rejeitar qualquer tipo de aliança com os partidos que sustentam o governo da oligarquia mais retrógrada e atrasada do país”. Eis na íntegra o teor da nota pública divulgada ontem por membros do PT:
“Os filiados do Partido dos Trabalhadores (PT) no Maranhão, abaixo-assinados, em respeito à militância petista e à sociedade maranhense em geral, vêm a público se manifestar sobre a decisão de membros do PT de participar do governo ilegítimo de Roseana Sarney, nos termos que se segue:
1. O PT do Maranhão não aprovou, autorizou ou endossou qualquer decisão que permitisse filiados ao partido assumir secretarias no governo ilegítimo da oligarquia Sarney, configurando-se em uma decisão autoritária e ilegal de um grupo do PT que foi derrotado no debate sobre a política de alianças do partido para as eleições de 2010;
2. A decisão dos petistas em ocupar cargos no governo biônico de Roseana Sarney revela uma tentativa de desmoralizar o PT enquanto organização partidária, que historicamente tem preservado as decisões de suas instâncias, em completo desrespeito ao conjunto de mais de 27 mil filiados ao PT no Maranhão, que decidiram, de forma soberana e democrática, em Encontro de Definição de Tática Eleitoral, nos dias 26 e 27 de março, rejeitar qualquer tipo de aliança com os partidos que sustentam o governo da oligarquia mais retrógrada e atrasada do país;
3. Os filiados que aceitaram ir para o governo o fazem por conta própria, sem nenhum respaldo de qualquer instância partidária do PT, em qualquer nível, atendendo tão somente a seus interesses pessoais, em uma agressão ao conjunto do partido, contribuindo para denegrir a imagem do PT;
4. Reafirmamos nosso compromisso em defender o respeito à decisão do PT do Maranhão, repudiando toda ordem de interferência externa a uma decisão que cabia tão somente aos petistas, tomada pela instância máxima de deliberação do partido, sobre a qual não cabe qualquer questionamento no âmbito da Executiva ou do Diretório, sob pena de significar um retrocesso na história do PT e um ataque aos homens e mulheres que ajudaram a construir a história desse partido no estado;
5. Por fim, reafirmamos à sociedade maranhense que a decisão amplamente debatida e aprovada pela militância petista é de aliança com os partidos do campo popular, com o PC do B e PSB, para construir a vitória do nosso pré-candidato a governador Flávio Dino e lutar pela vitória da nossa pré-candidata a presidenta Dilma Rousseff, assegurando um palanque ético e limpo no Maranhão para nossa candidata, e garantir a transformação da triste realidade de abandono em que vive o povo maranhense”.
A nota é assinada por Augusto Lobato, deputado federal Domingos Dutra, Janete Amorim, Bira do Pindaré, Genilson Alves, Franklin Douglas, Silvio Bembem, Paulo Sérgio, Dutra de Caxias, Dáda, deputado estadual Valdinar Barros, Márcio Jardim, Arnaldo Colaço, Jomar Fernandes, Mauro Jorge e Terezinha Fernandes.
Os petistas signatários da nota argumentam que o Encontro de Definição de Tática Eleitoral, realizado nos dias 26 e 27 de março, decidiu “rejeitar qualquer tipo de aliança com os partidos que sustentam o governo da oligarquia mais retrógrada e atrasada do país”. Eis na íntegra o teor da nota pública divulgada ontem por membros do PT:
“Os filiados do Partido dos Trabalhadores (PT) no Maranhão, abaixo-assinados, em respeito à militância petista e à sociedade maranhense em geral, vêm a público se manifestar sobre a decisão de membros do PT de participar do governo ilegítimo de Roseana Sarney, nos termos que se segue:
1. O PT do Maranhão não aprovou, autorizou ou endossou qualquer decisão que permitisse filiados ao partido assumir secretarias no governo ilegítimo da oligarquia Sarney, configurando-se em uma decisão autoritária e ilegal de um grupo do PT que foi derrotado no debate sobre a política de alianças do partido para as eleições de 2010;
2. A decisão dos petistas em ocupar cargos no governo biônico de Roseana Sarney revela uma tentativa de desmoralizar o PT enquanto organização partidária, que historicamente tem preservado as decisões de suas instâncias, em completo desrespeito ao conjunto de mais de 27 mil filiados ao PT no Maranhão, que decidiram, de forma soberana e democrática, em Encontro de Definição de Tática Eleitoral, nos dias 26 e 27 de março, rejeitar qualquer tipo de aliança com os partidos que sustentam o governo da oligarquia mais retrógrada e atrasada do país;
3. Os filiados que aceitaram ir para o governo o fazem por conta própria, sem nenhum respaldo de qualquer instância partidária do PT, em qualquer nível, atendendo tão somente a seus interesses pessoais, em uma agressão ao conjunto do partido, contribuindo para denegrir a imagem do PT;
4. Reafirmamos nosso compromisso em defender o respeito à decisão do PT do Maranhão, repudiando toda ordem de interferência externa a uma decisão que cabia tão somente aos petistas, tomada pela instância máxima de deliberação do partido, sobre a qual não cabe qualquer questionamento no âmbito da Executiva ou do Diretório, sob pena de significar um retrocesso na história do PT e um ataque aos homens e mulheres que ajudaram a construir a história desse partido no estado;
5. Por fim, reafirmamos à sociedade maranhense que a decisão amplamente debatida e aprovada pela militância petista é de aliança com os partidos do campo popular, com o PC do B e PSB, para construir a vitória do nosso pré-candidato a governador Flávio Dino e lutar pela vitória da nossa pré-candidata a presidenta Dilma Rousseff, assegurando um palanque ético e limpo no Maranhão para nossa candidata, e garantir a transformação da triste realidade de abandono em que vive o povo maranhense”.
A nota é assinada por Augusto Lobato, deputado federal Domingos Dutra, Janete Amorim, Bira do Pindaré, Genilson Alves, Franklin Douglas, Silvio Bembem, Paulo Sérgio, Dutra de Caxias, Dáda, deputado estadual Valdinar Barros, Márcio Jardim, Arnaldo Colaço, Jomar Fernandes, Mauro Jorge e Terezinha Fernandes.
Serra quer fim do Mercosul e promete desmontar legado de Lula

Durante encontro com empresários em Minas Gerais, o pré-candidato tucano à presidência da República, José Serra (PSDB), apresentou seu ideário econômico: disse que o Mercosul atrapalha e quer acabar com a participação do Brasil no bloco, que não vai continuar com o PAC e que pretende revisar os contratos federais firmados durante o governo Lula. O tucano disse também que pretende "rever o papel" do BNDES na economia do país e indica retomada da política externa de FHC subordinada aos interesses dos EUA.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Carta aos delegados e delegadas ao Encontro do PT

Companheiras, companheiros,
Os que assinam esta carta são lutadores sociais, petistas e não petistas, todos com contribuições à luta popular e ao projeto de construir uma sociedade justa, democrática e fraterna.
E é na condição de companheiros de luta que nos dirigimos a todos os delegados e a todas as delegadas para fazer um apelo pela unidade do campo democrático e popular.
O PT decidirá se fará aliança com o PCdoB e o PSB, aliados históricos; ou se marchará com o PMDB/DEM, adversários históricos. Se mobilizará o forte sentimento de mudança e renovação presente no coração do povo maranhense; ou se capitulará ao velho poder oligárquico que tantos males causou e causa ao nosso estado. Se fortalecerá o bloco de esquerda que dá sustentação ao presidente Lula ou se fortalecerá ainda mais o PMDB.
O caminho está aberto, as chances de uma vitória do povo são muito grandes.
È hora de mobilizar o povo em defesa das conquistas do governo Lula e de fazer com que as mudanças na política de nosso país sejam também feitas no Maranhão.
Por isso tudo é que fazemos um apelo público a todos vocês, delegados e delegadas, a manterem a coerência com o que construímos com sacrifício ao longo de tantos anos.
Vamos ficar juntos, companheiros. Com Flávio Dino governador e Dilma presidente.
Palavra de companheiros.
Francisco Gonçalves da Conceição - professor UFMA, ex-presidente do PT/MA
Ricarti Almeida Santos, Coordenador Cáritas - MA
Mônica de Nazaré Ferreira de Araújo - Professora UFMA
Rogério Tomaz Jr., jornalista. Miltante dos direitos humanos
Marcos Franco Couto: jornalista, presidente da AMI
Júlio Guterres - Presidente da CTTB
Júlio Pinheiro -`Pres. SINPROESEMMA
Joel Nascimento - Pres. Sindmetal
Wagner Cabral - históriador, professor da UFMA
Joisieane Gamba, o advogada, militante direitos humanos, ex-presidente do PT de São Luís.
Marcelo Sampaio Carneiro - Professor da UFMA
Antonio Expedito Barroso - Biólogo, Professor UEMA/Imperatriz Leonardo Santos Cordeiro - Presidente da União da Juvenude Socialista
Mary Ferreira, bibliotecária, militante do movimento feminista e professora da UFMA
Ed Wilson Araujo - jornalista, professor da UFMA
Joaquim Alves de Sousa(Joaquim de Mangabeiras) - Diretor da FETAEMA
Gustavo Santos-DCE UFMA
Paulo Gustavo (Totti) Coordenador-Circuito Universitário de Cultura e Arte CUCA
Henrique Carneiro-Sec.Juventude/PCdoB/São Luis
Davisson Nascimento-Sec.Estadual de Juventude PCdoB/MA
Fábio César vice-presidente UJS/MA
Roberto César Cunha (Carlão) Tesoureiro-UJS/MA
Débora Máximo-Dir. Comunicação UJS/MA
segunda-feira, 22 de março de 2010
Deu na Carta Capital: Maranhão: Limites da conveniência
O PT também está rachado no Maranhão. A divisão se dá entre petistas que querem apoiar a eleição de Roseana Sarney (PMDB) e os que tentam tirar o poder de uma oligarquia familiar. Esses se articulam em torno da candidatura do deputado Flávio Dino (PCdoB), parlamentar de destacada atuação no Congresso e, também, na base governista.
É um conflito que se repete em outros estados. O PT não cedeu na Bahia. Mas deve ceder em Minas, em nome do acordo nacional com o PMDB.
A resistência no Maranhão é à oligarquia Sarney, que completa 45 anos. Ela nasceu com a eleição de José Sarney para o governo do estado, em 1965, com apoio do marechal Castelo Branco. Sarney foi peça importante de sustentação da ditadura quase todo o tempo. Sim, quase: foi udenista até a UDN acabar; arenista até a Arena acabar; pedessista até o PDS acabar, mas abandonou o regime militar antes que acabasse. Esperta atitude.
No dia 27, os petistas vão decidir. O PT e o PMDB fizeram um casamento de conveniência. Relação de conveniência tem limites. Esse caso estabelece o limite. O Maranhão, para a nossa desdita, é o enclave mais atrasado do Brasil. Herança da oligarquia que sufoca o progresso econômico-social e mancha o lábaro estrelado.
É um conflito que se repete em outros estados. O PT não cedeu na Bahia. Mas deve ceder em Minas, em nome do acordo nacional com o PMDB.
A resistência no Maranhão é à oligarquia Sarney, que completa 45 anos. Ela nasceu com a eleição de José Sarney para o governo do estado, em 1965, com apoio do marechal Castelo Branco. Sarney foi peça importante de sustentação da ditadura quase todo o tempo. Sim, quase: foi udenista até a UDN acabar; arenista até a Arena acabar; pedessista até o PDS acabar, mas abandonou o regime militar antes que acabasse. Esperta atitude.
No dia 27, os petistas vão decidir. O PT e o PMDB fizeram um casamento de conveniência. Relação de conveniência tem limites. Esse caso estabelece o limite. O Maranhão, para a nossa desdita, é o enclave mais atrasado do Brasil. Herança da oligarquia que sufoca o progresso econômico-social e mancha o lábaro estrelado.
sábado, 20 de março de 2010
Sindicalistas do PCdoB fazem apelo a unidade com petistas
Em carta dirigada aos sindicalistas que integram o Partido dos Trabalhadores no Maranhão, dirigentes sindicais do PCdoB fizeram um apelo à unidade dos dois partidos e mais o PSB em torno da candidatura do deputado Flávio Dino ao governo do Maranhão.
Sindicalistas filiados ao PCdoB divulgaram na última semana uma carta dirigida aos seus colegas sindicalistas do PT pregando a unidade dos partidos de esquerdas nas próximas eleições. A carta faz um apelo para que os petistas aprovem no seu Congresso Estadual, marcado para os dias 26 e 27, o apoio à candidatura do deputado federal Flávio Dino ao governo.
Na carta os sindicalistas avaliam que o Maranhão está numa encruzilhada e que uma "decisão errada neste momento pode condenar o nosso povo a continuar por muito mais tempo na difícil situação em que vive".
Nesta encruzilhada, explicam, "de um lado temo o caminho que conduz para a manutenção do que está aí há de mais de quarenta anos e cunas políticas só tem piorado a situação dos maranhenses, e de outro temos o caminho que conduz ao encontro com a esperança de dias melhores, mas que só será possível a partir das união do PT, PCdoB, PSB e demais forças do campo popular, democrático e progressista em torno de um projeto de desenvolvimento(...) que distribua renda, promova a justtiça e valorize o trabalho". Neste momento, completam, esse caminho "se materizaliza na candidatura do deputado Flávio Dino a governador".
Ao final os sindicalistas fazem uma conclamação ao engajamento dos sindicalistas do PT. "É hora de empunharmos a bandeira da mudança e da esperança, não podemos perder essa oportunidade", finalizam.
Sindicalistas filiados ao PCdoB divulgaram na última semana uma carta dirigida aos seus colegas sindicalistas do PT pregando a unidade dos partidos de esquerdas nas próximas eleições. A carta faz um apelo para que os petistas aprovem no seu Congresso Estadual, marcado para os dias 26 e 27, o apoio à candidatura do deputado federal Flávio Dino ao governo.
Na carta os sindicalistas avaliam que o Maranhão está numa encruzilhada e que uma "decisão errada neste momento pode condenar o nosso povo a continuar por muito mais tempo na difícil situação em que vive".
Nesta encruzilhada, explicam, "de um lado temo o caminho que conduz para a manutenção do que está aí há de mais de quarenta anos e cunas políticas só tem piorado a situação dos maranhenses, e de outro temos o caminho que conduz ao encontro com a esperança de dias melhores, mas que só será possível a partir das união do PT, PCdoB, PSB e demais forças do campo popular, democrático e progressista em torno de um projeto de desenvolvimento(...) que distribua renda, promova a justtiça e valorize o trabalho". Neste momento, completam, esse caminho "se materizaliza na candidatura do deputado Flávio Dino a governador".
Ao final os sindicalistas fazem uma conclamação ao engajamento dos sindicalistas do PT. "É hora de empunharmos a bandeira da mudança e da esperança, não podemos perder essa oportunidade", finalizam.
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