marasmo
Caminhamos para mais de 3 meses de ingestão do governo João castelo PSDB, que insiste em repeti como disco arranhado "a culpa é do Tadeu" e com essa conversa fiada a prefeitura esta deixando de realizar serviços básicos.
paisagismo
Enquanto executa o projeto de paisagismo de São Luís com orçamento já deixado pela gestão palaciano, será esse canteiro de obras que ele tanto falava?Um projeto paisagístico da gestão passada.
"jeitão"
Algumas figuras do PSB andam incomodadas o "jeitão" como Castelo se relaciona com os aliados, se queixam que as indicações para os cargos de confiança na prefeitura que o PSB tenta fazer, são pessoas de preferência pessoal de Castelo dentro do PSB não as que a direção do partido realmente faz.
isolada
Já é visível o isolamento da vice-prefeita e secretária de saúde Helena Duailibe por Gardênia que comandada uma verdadeira campanha para frita a vice-prefeita na pasta da saúde, atropelando as decisões de Helena como no caso das indicações dos diretores dos hospitais municipais.
quinta-feira, 26 de março de 2009
terça-feira, 24 de março de 2009
DCE da UFMA promove semana de recepção aos calouros
Semana de recepção dos calouros promovido pelo DCE da UFMA de 30 de Março a 3 de Abril será intensa e com uma programação bem diversificada palestras, mini-cursos, debates, prestação de serviços da área de saúde e atividades culturais e tudo isso com direito a certificado.Como participa?As inscrições estão sendo realizadas no DCE localizado na área de vivencia do campos universitário do bacanga, também estão abertas para a extensão, o investimento para participa é de 5,00 reais, vale a pena participe!
PROGRAMAÇÃO DA CALOURADA GERAL DO DCE
1. MESA DE ABERTURA
“A Política Nacional de Petróleo e os impactos sócio-econômicos da Refinaria no Maranhão”
2. MESAS DE DEBATES
MD1 à EXISTE SOLUÇÃO CAPITALISTA PARA A CRISE DO CAPITALISMO?
MD2 à REFORMA UNIVERSITÁRIA
MD3 à ESPORTE ENQUANTO FORMA DE INCLUSÃO DA JUVENTUDE NA SOCIEDADE
MD4 à A SUPER CRISE AMBIENTAL
P1 à 50 ANOS DA REVOLUÇÃO CUBANA
P2 à 30 ANOS DA LEI DE ANISTIA: O DIREITO A MEMÓRIA E A VERDADE
3. MINI CURSOS
MC1 – ECONOMIA POLÍTICA
MC2 – METODOLOGIA CIENTÍFICA
MC3 – ÉTICA E HUMANISMO
MC4 – GEOPROCESSAMENTO
MC5 – ANABÓLICOS
MC6 – MEDICINA ALTERNATIVA
MC7 – ENERGIAS ALTERNATIVAS
MC8 – INICIAÇÃO CIENTÍFICA E EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA
ATIVIDADES CULTURAIS
AC1 – BLOCO DO TOTTI E CIA CIRCENSE
AC2 – SENO DE TETA E HIP HOP
AC3 – BETO NEGOKA’APOR
AC4 – A VIDA É UMA FESTA
CALOURADA GERAL – FORRÓ PANKADA E BICHO TERRA
PROGRAMAÇÃO DA CALOURADA GERAL DO DCE
1. MESA DE ABERTURA
“A Política Nacional de Petróleo e os impactos sócio-econômicos da Refinaria no Maranhão”
2. MESAS DE DEBATES
MD1 à EXISTE SOLUÇÃO CAPITALISTA PARA A CRISE DO CAPITALISMO?
MD2 à REFORMA UNIVERSITÁRIA
MD3 à ESPORTE ENQUANTO FORMA DE INCLUSÃO DA JUVENTUDE NA SOCIEDADE
MD4 à A SUPER CRISE AMBIENTAL
P1 à 50 ANOS DA REVOLUÇÃO CUBANA
P2 à 30 ANOS DA LEI DE ANISTIA: O DIREITO A MEMÓRIA E A VERDADE
3. MINI CURSOS
MC1 – ECONOMIA POLÍTICA
MC2 – METODOLOGIA CIENTÍFICA
MC3 – ÉTICA E HUMANISMO
MC4 – GEOPROCESSAMENTO
MC5 – ANABÓLICOS
MC6 – MEDICINA ALTERNATIVA
MC7 – ENERGIAS ALTERNATIVAS
MC8 – INICIAÇÃO CIENTÍFICA E EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA
ATIVIDADES CULTURAIS
AC1 – BLOCO DO TOTTI E CIA CIRCENSE
AC2 – SENO DE TETA E HIP HOP
AC3 – BETO NEGOKA’APOR
AC4 – A VIDA É UMA FESTA
CALOURADA GERAL – FORRÓ PANKADA E BICHO TERRA
PEC e Plano Nacional de Juventude: o legado de uma geração

Encontram-se em fase final de tramitação no Congresso Nacional, duas importantes matérias que, se aprovadas, contribuirão decisivamente para o desenvolvimento do país e para melhoria da qualidade de vida de 50 milhões de brasileiros e brasileiras situados na faixa etária de 15 a 29 anos.
por Danilo Moreira*
Estamos falando da Proposta de Emenda Constitucional (PEC42/2008), que insere no capítulo dos Direitos e Garantias Fundamentais, o termo juventude na Constituição Federal. Ao reconhecer esta parcela da população, como segmento prioritário para a elaboração de políticas públicas, como já fora feito com idosos, crianças e adolescentes, avançaremos no sentido de superarmos o binômio juventude-problema para um patamar onde a juventude seja compreendida como um grupo de sujeitos detentores de direitos.
O texto da PEC da Juventude, como ficou conhecida, indica ainda necessidade de aprovação de uma segunda matéria, um Projeto de Lei (PL) estabelecendo o Plano Nacional de Juventude. Tal plano aponta uma série de metas que deverão ser cumpridas pela União, em parceria com Estados, Municípios e organizações juvenis nos próximos 10 anos. Formado por diversas ações articuladas nas áreas de cultura, saúde, esporte, cidadania, trabalho, inclusão digital, educação, etc.
O PL 4530/2004, que trata do Plano Nacional de Juventude, já foi aprovado por uma comissão especial na Câmara dos Deputados e aguarda apenas a votação em plenário. Como o relatório foi aprovado em dezembro 2006, o Conselho Nacional de Juventude – Conjuve, está propondo sua atualização e votação ainda este ano. Para tanto necessitaremos de um esforço concentrado de parlamentares, governo federal, lideranças dos movimentos juvenis e da sociedade civil, visando a negociação de uma nova versão.
O que para muitos pode parecer uma questão organizativa e sem resultado no curtíssimo prazo, na verdade representa uma visão estratégica sem precedentes sobre este importante segmento populacional, por vezes tratado numa perspectiva de futuro, mas nunca construído como uma realidade do presente, ou até mesmo encarado de maneira imediatista e reativa aos “problemas da juventude”.
A cristalização deste tema em nossa Carta Magna, a atualização e aprovação de um Plano Nacional, estabelecendo metas para as Políticas Públicas de Juventude nos próximos 10 anos, são a melhor expressão da luta desta geração por mais direitos e, em última instância, pela efetiva democratização do Estado.
O mais importante, porém, é que para a concretização desta vitória o caminho escolhido não ficou restrito à articulação em gabinetes governamentais e parlamentares, sempre muito receptivos, diga-se de passagem. Todas as vezes que estes foram procurados, foi sempre em nome de uma ampla mobilização social dos próprios movimentos juvenis e com forte envolvimento dos mais diversos setores da sociedade civil organizada. Basta constatar os resultados da 1ª Conferência Nacional de Juventude, realizada em 2008, envolvendo mais de 400 mil participantes, e que indicou a necessidade da PEC e do Plano Nacional de Juventude ente suas mais fortes prioridades.
Caminhamos para os dois últimos anos do governo Lula, que teve como mérito o ineditismo na criação de uma Política Nacional de Juventude. Não devemos, porém, nos contentar com este avanço e muito menos deixar que esta iniciativa fique circunscrita ao período de um governo, sem garantias de continuidade após 2010. Por isso, é que precisamos extrapolar os limites da luta entre ‘governo’ e ‘oposição’ e colocar este tema na agenda do projeto de país que queremos, podemos e estamos construindo como legado a esta e às próximas gerações. É chegado o momento de alçar definitivamente política de juventude à condição de política de Estado. O Brasil precisa, a juventude quer.
*Danilo Moreira é Secretário-Adjunto da Secretaria Nacional de Juventude, presidiu o Conselho Nacional de Juventude - Conjuve, em 2008 e foi Coordenador da 1ª Conferência Nacional de Políticas Públicas de Juventude.
por Danilo Moreira*
Estamos falando da Proposta de Emenda Constitucional (PEC42/2008), que insere no capítulo dos Direitos e Garantias Fundamentais, o termo juventude na Constituição Federal. Ao reconhecer esta parcela da população, como segmento prioritário para a elaboração de políticas públicas, como já fora feito com idosos, crianças e adolescentes, avançaremos no sentido de superarmos o binômio juventude-problema para um patamar onde a juventude seja compreendida como um grupo de sujeitos detentores de direitos.
O texto da PEC da Juventude, como ficou conhecida, indica ainda necessidade de aprovação de uma segunda matéria, um Projeto de Lei (PL) estabelecendo o Plano Nacional de Juventude. Tal plano aponta uma série de metas que deverão ser cumpridas pela União, em parceria com Estados, Municípios e organizações juvenis nos próximos 10 anos. Formado por diversas ações articuladas nas áreas de cultura, saúde, esporte, cidadania, trabalho, inclusão digital, educação, etc.
O PL 4530/2004, que trata do Plano Nacional de Juventude, já foi aprovado por uma comissão especial na Câmara dos Deputados e aguarda apenas a votação em plenário. Como o relatório foi aprovado em dezembro 2006, o Conselho Nacional de Juventude – Conjuve, está propondo sua atualização e votação ainda este ano. Para tanto necessitaremos de um esforço concentrado de parlamentares, governo federal, lideranças dos movimentos juvenis e da sociedade civil, visando a negociação de uma nova versão.
O que para muitos pode parecer uma questão organizativa e sem resultado no curtíssimo prazo, na verdade representa uma visão estratégica sem precedentes sobre este importante segmento populacional, por vezes tratado numa perspectiva de futuro, mas nunca construído como uma realidade do presente, ou até mesmo encarado de maneira imediatista e reativa aos “problemas da juventude”.
A cristalização deste tema em nossa Carta Magna, a atualização e aprovação de um Plano Nacional, estabelecendo metas para as Políticas Públicas de Juventude nos próximos 10 anos, são a melhor expressão da luta desta geração por mais direitos e, em última instância, pela efetiva democratização do Estado.
O mais importante, porém, é que para a concretização desta vitória o caminho escolhido não ficou restrito à articulação em gabinetes governamentais e parlamentares, sempre muito receptivos, diga-se de passagem. Todas as vezes que estes foram procurados, foi sempre em nome de uma ampla mobilização social dos próprios movimentos juvenis e com forte envolvimento dos mais diversos setores da sociedade civil organizada. Basta constatar os resultados da 1ª Conferência Nacional de Juventude, realizada em 2008, envolvendo mais de 400 mil participantes, e que indicou a necessidade da PEC e do Plano Nacional de Juventude ente suas mais fortes prioridades.
Caminhamos para os dois últimos anos do governo Lula, que teve como mérito o ineditismo na criação de uma Política Nacional de Juventude. Não devemos, porém, nos contentar com este avanço e muito menos deixar que esta iniciativa fique circunscrita ao período de um governo, sem garantias de continuidade após 2010. Por isso, é que precisamos extrapolar os limites da luta entre ‘governo’ e ‘oposição’ e colocar este tema na agenda do projeto de país que queremos, podemos e estamos construindo como legado a esta e às próximas gerações. É chegado o momento de alçar definitivamente política de juventude à condição de política de Estado. O Brasil precisa, a juventude quer.
*Danilo Moreira é Secretário-Adjunto da Secretaria Nacional de Juventude, presidiu o Conselho Nacional de Juventude - Conjuve, em 2008 e foi Coordenador da 1ª Conferência Nacional de Políticas Públicas de Juventude.
domingo, 22 de março de 2009
V Encontro de Fóruns da Juventude

A cidade de Viana sediará nos dias 21 e 22 de março, o V Encontro de Fóruns da Juventude Maranhense. Cento e cinquenta jovens de treze municípios do estado participarão do encontro que tem como tema: Fóruns da Juventude - Seis anos de luta por uma Baixada Melhor Dentre os objetivos do evento, estão: fortalecer os Fóruns da Juventude da Baixada Maranhense, Santa Inês e Belágua; refletir sobre as práticas exitosas realizadas nos territórios; contribuir para a integração dos Fóruns de modo que se constitua uma rede orgânica de ação da juventude no território da baixada maranhense; legitimar o movimento integrado das áreas de Comunicação Educativa, Arte e cultura, Educação Física, Esporte e Lazer, Educação e Trabalho, como Redes de Desenvolvimento Local.Durante a programação, os jovens apresentarão, através de vídeos e depoimentos, as conquistas e realizações dos Fóruns nesse período. Também está prevista uma reflexão sobre o movimento juvenil no território e as perspectivas para os próximos 5 (cinco) anos.HistóricoOs Fóruns da Juventude são espaços de discussão de propostas e de realização de atividades de fomento a políticas públicas que visam o desenvolvimento da juventude a da comunidade em geral. São formados por jovens de diferentes organizações juvenis da sede e da zona rural dos municípios. Atualmente existem 13 Fóruns da Juventude em pleno funcionamento que trabalham de forma integrada em três regiões diferentes. São 11 na Baixada Maranhense, nas cidades de Arari, Cajari, Matinha, Olinda Nova, Palmeirândia, Penalva, São Bento, São João Batista e São Vicente Ferrer, Viana e Vitória do Mearim, 01 na região do Pindaré - Santa Inês, e 01 na região do Semi – árido – Belágua. O primeiro Fórum da Juventude foi criado em 2004 (Palmeirandia) e o último em 2007 (Viana). Atualmente, a baixada – campos e lagos maranhense é uma das regiões com maior índice de concentração de Fóruns da Juventude articulados em todo país. Em parceria com o Conjunto Integrado de Projetos Jovem Cidadão realizam ações nas áreas de Educação, Trabalho, Comunicação Educativa, Educação Física, Esporte e lazer, Arte e cultura, Meio Ambiente, atuando na sede e na zona rural de cada cidade. Para integrar e fortalecer as ações e articulações dos Fóruns da Juventude são realizados os Encontros de Fóruns da Juventude da Baixada Maranhense, Pindaré e Semi–árido, momentos estes de debates, palestras, grupos temáticos, oficinas, mini-cursos para reflexão e aprofundamento da atuação dos Fóruns nas suas cidades e nas regiões.Os Encontros são realizados no território, com a participação de representantes dos fóruns da juventude, organizações juvenis, aliados, apoiadores, com objetivos como: fortalecer os Fóruns da Juventude; discutir o papel dos Fóruns na construção de políticas públicas; propor ações/metas/ diretrizes para o trabalho da juventude; discutir sobre a participação da juventude em diferentes espaços de decisão e controle de políticas públicas; dialogar sobre as alianças e ações cooperativas desenvolvidas no território; refletir sobre autonomia dos Fóruns; planejar as ações do CIP Jovem Cidadão; contribuir para a integração dos Fóruns e construção de um movimento amplo da juventude.Programação CulturalDurante o V Encontro de Fóruns da Juventude Maranhense, será feito o lançamento do Cd da IV Mostra de Música da Juventude, realizada na cidade de Matinha, no ano passado. A banda Pichanos Black de Arari, que participou da mostra, fará apresentação para o público, interpretando canções do Tropicalismo ao Rock.Também como parte da programação cultural, serão conhecidos os vencedores das cinco categorias (vídeo, animação, texto, peça radiofônica e fotografia) do Prêmio Jovem Comunicador 2008. Os trabalhos escolhidos pelo juri como os melhores da terceira etapa (meioa-ambiente) serão exibidos em praça pública. As agências vencedoras serão convidadas para receber os prêmios previsto em regulamento.
V ENCONTRO DE FÓRUNS DA JUVENTUDE
Local: Viana – MA
Data: 21 e 22 de março de 2009
PROGRAMAÇÃO
Dia 21/03
08h – Credenciamento
09h – Boas Vindas e Abertura
09h30 – Painel: Fóruns da Juventude: 06 anos de luta por uma Baixada Melhor. (Apresentação de vídeos com as conquistas e realizações dos Fóruns nesses seis anos).
Intervalo
11h – Palestra: Reflexão e Debate sobre o Movimento de Juventude e Desenvolvimento Local Construído na Região, a partir exposto pelos Fóruns.
12h – Almoço
14h às 17h30 – Grupos de Discussão
1 – Agencia de Comunicação/ Rede Jovens Comunicadores/ Telecentros/ Polo de Desenvolvimento de TIC
2 – Arte e Cultura na Baixada
3 – Desenvolvimento do Território da Baixada (Incubadora de Projetos/ CEMPs/ EJA profissionalizante/ Turismo Comunitário)
4 – Educação Física Esportes e Lazer na Baixada
5 – Ação dos Fóruns da Juventude em atividades com crianças e adolescentes (NOUTRO TURNO)
14h às 17h30 – Oficinas/ Vivências Práticas para crianças, adolescentes e jovens de Viana
1 – Teatro de Rua
2 – Festival de Esporte de Rua
3 – Leitura/ Contação de Histórias
18h30 – Jantar
19h30 – Programação Cultural
- Lançamento do CD da Mostra de Música;
- Divulgação do Resultado do Prêmio Jovem Comunicador
Dia 22/03/09
08h30 – Plenária de Apresentação do Resultado dos Grupos de Discussão e Oficinas
09h00 – Ciranda de Vozes: Movimento Orgânico de Juventude na Baixada Maranhense.
09h30 – Debate
09h40 – Eleição da Câmara Juvenil do Instituto Comunitário Baixada Maranhense
10h30 – Lançamento da Campanha Permanente de Mobilização da Juventude
11h20 – Considerações e Encaminhamentos
12h – Almoço e Despedidas Finais
TV Câmara censurou programa a pedido de Gilmar Mendes

CARTA ABERTA AOS JORNALISTAS DO BRASIL
Com cópias para:
Sérgio Murillo de Andrade, presidente da Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj);
Maurício Azedo, presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI); e
Romário Schettino, presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF)
No dia 11 de março de 2009, fui convidado pelo jornalista Paulo José Cunha, da TV Câmara, para participar do programa intitulado “Comitê de Imprensa”, um espaço reconhecidamente plural de discussão da imprensa dentro do Congresso Nacional. A meu lado estava, também convidado, o jornalista Jailton de Carvalho, da sucursal de Brasília de O Globo. O tema do programa, naquele dia, era a reportagem da revista Veja, do fim de semana anterior, com as supostas e “aterradoras” revelações contidas no notebook apreendido pela Polícia Federal na casa do delegado Protógenes Queiroz, referentes à Operação Satiagraha. Eu, assim como Jailton, já havia participado outras vezes do “Comitê de Imprensa”, sempre a convite, para tratar de assuntos os mais diversos relativos ao comportamento e à rotina da imprensa em Brasília. Vale dizer que Jailton e eu somos repórteres veteranos na cobertura de assuntos de Polícia Federal, em todo o país. Razão pela qual, inclusive, o jornalista Paulo José Cunha nos convidou a participar do programa.
Nesta carta, contudo, falo somente por mim.
Durante a gravação, aliás, em ambiente muito bem humorado e de absoluta liberdade de expressão, como cabe a um encontro entre velhos amigos jornalista, discutimos abertamente questões relativas à Operação Satiagraha, à CPI das Escutas Telefônicas Ilegais, às ações contra Protógenes Queiroz e, é claro, ao grampo telefônico – de áudio nunca revelado – envolvendo o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres, do DEM de Goiás. Em particular, discordei da tese de contaminação da Satiagraha por conta da participação de agentes da Abin e citei o fato de estar sendo processado por Gilmar Mendes por ter denunciado, nas páginas da revista CartaCapital, os muitos negócios nebulosos que envolvem o Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), de propriedade do ministro, farto de contratos sem licitação firmados com órgãos públicos e construído com recursos do Banco do Brasil sobre um terreno comprado ao governo do Distrito Federal, à época do governador Joaquim Roriz, com 80% de desconto.
Terminada a gravação, o programa foi colocado no ar, dentro de uma grade de programação pré-agendada, ao mesmo tempo em que foi disponibilizado na internet, na página eletrônica da TV Câmara. Lá, qualquer cidadão pode acessar e ver os debates, como cabe a um serviço público e democrático ligado ao Parlamento brasileiro. O debate daquele dia, realmente, rendeu audiência, tanto que acabou sendo reproduzido em muitos sites da blogosfera.
Qual foi minha surpresa ao ser informado por alguns colegas, na quarta-feira passada, dia 18 de março, exatamente quando completei 43 anos (23 dos quais dedicados ao jornalismo), que o link para o programa havia sido retirado da internet, sem que me fosse dada nenhuma explicação. Aliás, nem a mim, nem aos contribuintes e cidadãos brasileiros. Apurar o evento, contudo, não foi muito difícil: irritado com o teor do programa, o ministro Gilmar Mendes telefonou ao presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, do PMDB de São Paulo, e pediu a retirada do conteúdo da página da internet e a suspensão da veiculação na grade da TV Câmara. O pedido de Mendes foi prontamente atendido.
Sem levar em conta o ridículo da situação (o programa já havia sido veiculado seis vezes pela TV Câmara, além de visto e baixado por milhares de internautas), esse episódio revela um estado de coisas que transcende, a meu ver, a discussão pura e simples dos limites de atuação do ministro Gilmar Mendes. Diante desta submissão inexplicável do presidente da Câmara dos Deputados e, por extensão, do Poder Legislativo, às vontades do presidente do STF, cabe a todos nós, jornalistas, refletir sobre os nossos próprios limites. Na semana passada, diante de um questionamento feito por um jornalista do Acre sobre a posição contrária do ministro em relação ao MST, Mendes voltou-se furioso para o repórter e disparou: “Tome cuidado ao fazer esse tipo de pergunta”. Como assim? Que perguntas podem ser feitas ao ministro Gilmar Mendes? Até onde, nós, jornalistas, vamos deixar essa situação chegar sem nos pronunciarmos, em termos coletivos, sobre esse crescente cerco às liberdades individuais e de imprensa patrocinados pelo chefe do Poder Judiciário? Onde estão a Fenaj, e ABI e os sindicatos?
Apelo, portanto, que as entidades de classe dos jornalistas, em todo o país, tomem uma posição clara sobre essa situação e, como primeiro movimento, cobrem da Câmara dos Deputados e da TV Câmara uma satisfação sobre esse inusitado ato de censura que fere os direitos de expressão de jornalistas e, tão grave quanto, de acesso a informação pública, por parte dos cidadãos. As eventuais disputas editoriais, acirradas aqui e ali, entre os veículos de comunicação brasileiros não pode servir de obstáculo para a exposição pública de nossa indignação conjunta contra essa atitude execrável levada a cabo dentro do Congresso Nacional, com a aquiescência do presidente da Câmara dos Deputados e da diretoria da TV Câmara que, acredito, seja formada por jornalistas.
Sem mais, faço valer aqui minha posição de total defesa do direito de informar e ser informado sem a ingerência de forças do obscurantismo político brasileiro, apoiadas por quem deveria, por dever de ofício, nos defender.
Leandro Fortes
Jornalista
Brasília, 19 de março de 2009
Com cópias para:
Sérgio Murillo de Andrade, presidente da Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj);
Maurício Azedo, presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI); e
Romário Schettino, presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF)
No dia 11 de março de 2009, fui convidado pelo jornalista Paulo José Cunha, da TV Câmara, para participar do programa intitulado “Comitê de Imprensa”, um espaço reconhecidamente plural de discussão da imprensa dentro do Congresso Nacional. A meu lado estava, também convidado, o jornalista Jailton de Carvalho, da sucursal de Brasília de O Globo. O tema do programa, naquele dia, era a reportagem da revista Veja, do fim de semana anterior, com as supostas e “aterradoras” revelações contidas no notebook apreendido pela Polícia Federal na casa do delegado Protógenes Queiroz, referentes à Operação Satiagraha. Eu, assim como Jailton, já havia participado outras vezes do “Comitê de Imprensa”, sempre a convite, para tratar de assuntos os mais diversos relativos ao comportamento e à rotina da imprensa em Brasília. Vale dizer que Jailton e eu somos repórteres veteranos na cobertura de assuntos de Polícia Federal, em todo o país. Razão pela qual, inclusive, o jornalista Paulo José Cunha nos convidou a participar do programa.
Nesta carta, contudo, falo somente por mim.
Durante a gravação, aliás, em ambiente muito bem humorado e de absoluta liberdade de expressão, como cabe a um encontro entre velhos amigos jornalista, discutimos abertamente questões relativas à Operação Satiagraha, à CPI das Escutas Telefônicas Ilegais, às ações contra Protógenes Queiroz e, é claro, ao grampo telefônico – de áudio nunca revelado – envolvendo o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres, do DEM de Goiás. Em particular, discordei da tese de contaminação da Satiagraha por conta da participação de agentes da Abin e citei o fato de estar sendo processado por Gilmar Mendes por ter denunciado, nas páginas da revista CartaCapital, os muitos negócios nebulosos que envolvem o Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), de propriedade do ministro, farto de contratos sem licitação firmados com órgãos públicos e construído com recursos do Banco do Brasil sobre um terreno comprado ao governo do Distrito Federal, à época do governador Joaquim Roriz, com 80% de desconto.
Terminada a gravação, o programa foi colocado no ar, dentro de uma grade de programação pré-agendada, ao mesmo tempo em que foi disponibilizado na internet, na página eletrônica da TV Câmara. Lá, qualquer cidadão pode acessar e ver os debates, como cabe a um serviço público e democrático ligado ao Parlamento brasileiro. O debate daquele dia, realmente, rendeu audiência, tanto que acabou sendo reproduzido em muitos sites da blogosfera.
Qual foi minha surpresa ao ser informado por alguns colegas, na quarta-feira passada, dia 18 de março, exatamente quando completei 43 anos (23 dos quais dedicados ao jornalismo), que o link para o programa havia sido retirado da internet, sem que me fosse dada nenhuma explicação. Aliás, nem a mim, nem aos contribuintes e cidadãos brasileiros. Apurar o evento, contudo, não foi muito difícil: irritado com o teor do programa, o ministro Gilmar Mendes telefonou ao presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, do PMDB de São Paulo, e pediu a retirada do conteúdo da página da internet e a suspensão da veiculação na grade da TV Câmara. O pedido de Mendes foi prontamente atendido.
Sem levar em conta o ridículo da situação (o programa já havia sido veiculado seis vezes pela TV Câmara, além de visto e baixado por milhares de internautas), esse episódio revela um estado de coisas que transcende, a meu ver, a discussão pura e simples dos limites de atuação do ministro Gilmar Mendes. Diante desta submissão inexplicável do presidente da Câmara dos Deputados e, por extensão, do Poder Legislativo, às vontades do presidente do STF, cabe a todos nós, jornalistas, refletir sobre os nossos próprios limites. Na semana passada, diante de um questionamento feito por um jornalista do Acre sobre a posição contrária do ministro em relação ao MST, Mendes voltou-se furioso para o repórter e disparou: “Tome cuidado ao fazer esse tipo de pergunta”. Como assim? Que perguntas podem ser feitas ao ministro Gilmar Mendes? Até onde, nós, jornalistas, vamos deixar essa situação chegar sem nos pronunciarmos, em termos coletivos, sobre esse crescente cerco às liberdades individuais e de imprensa patrocinados pelo chefe do Poder Judiciário? Onde estão a Fenaj, e ABI e os sindicatos?
Apelo, portanto, que as entidades de classe dos jornalistas, em todo o país, tomem uma posição clara sobre essa situação e, como primeiro movimento, cobrem da Câmara dos Deputados e da TV Câmara uma satisfação sobre esse inusitado ato de censura que fere os direitos de expressão de jornalistas e, tão grave quanto, de acesso a informação pública, por parte dos cidadãos. As eventuais disputas editoriais, acirradas aqui e ali, entre os veículos de comunicação brasileiros não pode servir de obstáculo para a exposição pública de nossa indignação conjunta contra essa atitude execrável levada a cabo dentro do Congresso Nacional, com a aquiescência do presidente da Câmara dos Deputados e da diretoria da TV Câmara que, acredito, seja formada por jornalistas.
Sem mais, faço valer aqui minha posição de total defesa do direito de informar e ser informado sem a ingerência de forças do obscurantismo político brasileiro, apoiadas por quem deveria, por dever de ofício, nos defender.
Leandro Fortes
Jornalista
Brasília, 19 de março de 2009
sexta-feira, 20 de março de 2009
Aumenta preferência por Dilma Rousseff

http://datafolha.folha.uol.com.br/po/ver_po.php?session=858
Se a eleição para presidente fosse hoje, o atual governador de São Paulo, José Serra (PSDB) seria o favorito, mostra pesquisa realizada pelo Datafolha. O tucano obtém percentuais de intenção de voto que variam entre 35% e 47%. O favoritismo de Serra já era registrado pelo Datafolha em pesquisas realizadas em março e em novembro do ano passado. Em comparação com o levantamento de novembro, apenas a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), oscilou acima da margem de erro, que é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O Datafolha ouviu 11.204 pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 16 e 19 de março de 2009.Foram apresentados cinco cenários aos entrevistados. No primeiro cenário apresentado, Serra atinge 41% de intenções de voto, percentual idêntico ao que obtinha em novembro. A taxa dos que votariam em Ciro Gomes (PSB) oscilou de 15% para 16%. Heloísa Helena (PSOL) caiu de 14% para 11%, enquanto Dilma Rousseff subiu de 8% para 11% das preferências. Votariam em branco ou anulariam o voto 13% (eram 12%) e declaram-se indecisos 8% (eram 9%).José Serra obtém seu melhor desempenho no cenário em que o nome de Ciro Gomes não é incluído, chegando a 47% das intenções de voto, mesmo percentual que obtinha no levantamento anterior. Nesse cenário, Heloísa Helena oscilou de 17% para 15% e Dilma Rousseff subiu de 10% para 13% das preferências. Já o pior desempenho de Serra é no cenário em que disputa com Ciro Gomes e com seu companheiro de partido, Aécio Neves. Quando se considera essa hipótese, o governador paulista atinge 35% das intenções de voto – obtinha 36% em novembro. Disputam o segundo lugar Ciro Gomes, que se manteve com 14%, Heloísa Helena, que oscilou de 13% para 12%, Aécio, que se manteve com 12%, e Dilma Rousseff, que subiu de 7% para 11%. Quando Serra é excluído da disputa, e Aécio Neves assume seu lugar como candidato do PSDB, Ciro Gomes assume a liderança, com 25% das intenções de voto. Esse percentual é idêntico ao que o socialista obtinha em novembro. Heloísa Helena oscilou de 19% para 17%, mesmo percentual obtido por Aécio, que repete índice do levantamento anterior. Nesse cenário, Dilma Rousseff variou positivamente de 9% para 12%. Nesse cenário o percentual dos que votariam em branco ou nulo chega a 18% e se dizem indecisos 10%. Também foi apresentado aos entrevistados um cenário em que Aécio é o candidato tucano, e no qual não há a participação de Ciro Gomes. Nesse caso, ocorre empate entre Heloísa Helena, com 26%, e o governador mineiro, com 22%. Como o empate se dá no limite da margem de erro, é mais provável que a provável candidata do PSOL esteja à frente. No entanto, os percentuais obtidos por Heloísa e Aécio empatam com a taxa dos que votariam em branco ou nulo (24%). Em relação ao levantamento anterior, ambos oscilaram negativamente um ponto para baixo. Já Dilma Rousseff, nesse cenário, variou de 12% para 16%. Quando solicitados a dizer espontaneamente em quem gostariam de votar para presidente da República em 2010, um quarto (25%) dos brasileiros declaram a vontade de reeleger o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). José Serra é mencionado espontaneamente por 6% e Aécio Neves e Dilma Roussef são citados por 3% dos entrevistados, cada. José Serra é o provável candidato à Presidência mais conhecido pelos brasileiros: 95% dos entrevistados afirmam conhecê-lo, mesmo que apenas tenham ouvido falar do tucano. Desses, 39% se dizem bem informados, 43% se consideram mais ou menos informados e 13% se dizem mal informados a respeito de Serra.Ciro Gomes vem em segundo lugar nesse aspecto: 86% dizem conhecê-lo. Consideram-se bem informados a respeito do socialista 17%; mais ou menos informados são 44% e, mal informados, 24%. Dizem conhecer a fundadora do PSOL, Heloísa Helena, 72%, dos quais se dizem bem informados a respeito de sua trajetória 16%, mais ou menos informados, 36%, e, mal informados, 20%. Aécio Neves é conhecido por 62%, dos quais 13% se consideram bem informados a respeito do tucano. Um terço (30%) se diz bem informado e 19% se consideram mal informados sobre ele. Entre os que moram na região Nordeste, a taxa dos que declaram conhecer Aécio é de 49%. Dilma Rousseff é a provável candidata à Presidência menos conhecida pelos brasileiros: 52% afirmam ter conhecimento da existência ministra da Casa Civil, percentual similar ao dos que dizem não conhecê-la (48%). Dos que conhecem, 12% se dizem bem informados, 24% mais ou menos informados e 16% mal informados a respeito dela. Entre os brasileiros que moram na região Sul a taxa dos que dizem conhecê-la chega a 60%.

Se a eleição para presidente fosse hoje, o atual governador de São Paulo, José Serra (PSDB) seria o favorito, mostra pesquisa realizada pelo Datafolha. O tucano obtém percentuais de intenção de voto que variam entre 35% e 47%. O favoritismo de Serra já era registrado pelo Datafolha em pesquisas realizadas em março e em novembro do ano passado. Em comparação com o levantamento de novembro, apenas a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), oscilou acima da margem de erro, que é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O Datafolha ouviu 11.204 pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 16 e 19 de março de 2009.Foram apresentados cinco cenários aos entrevistados. No primeiro cenário apresentado, Serra atinge 41% de intenções de voto, percentual idêntico ao que obtinha em novembro. A taxa dos que votariam em Ciro Gomes (PSB) oscilou de 15% para 16%. Heloísa Helena (PSOL) caiu de 14% para 11%, enquanto Dilma Rousseff subiu de 8% para 11% das preferências. Votariam em branco ou anulariam o voto 13% (eram 12%) e declaram-se indecisos 8% (eram 9%).José Serra obtém seu melhor desempenho no cenário em que o nome de Ciro Gomes não é incluído, chegando a 47% das intenções de voto, mesmo percentual que obtinha no levantamento anterior. Nesse cenário, Heloísa Helena oscilou de 17% para 15% e Dilma Rousseff subiu de 10% para 13% das preferências. Já o pior desempenho de Serra é no cenário em que disputa com Ciro Gomes e com seu companheiro de partido, Aécio Neves. Quando se considera essa hipótese, o governador paulista atinge 35% das intenções de voto – obtinha 36% em novembro. Disputam o segundo lugar Ciro Gomes, que se manteve com 14%, Heloísa Helena, que oscilou de 13% para 12%, Aécio, que se manteve com 12%, e Dilma Rousseff, que subiu de 7% para 11%. Quando Serra é excluído da disputa, e Aécio Neves assume seu lugar como candidato do PSDB, Ciro Gomes assume a liderança, com 25% das intenções de voto. Esse percentual é idêntico ao que o socialista obtinha em novembro. Heloísa Helena oscilou de 19% para 17%, mesmo percentual obtido por Aécio, que repete índice do levantamento anterior. Nesse cenário, Dilma Rousseff variou positivamente de 9% para 12%. Nesse cenário o percentual dos que votariam em branco ou nulo chega a 18% e se dizem indecisos 10%. Também foi apresentado aos entrevistados um cenário em que Aécio é o candidato tucano, e no qual não há a participação de Ciro Gomes. Nesse caso, ocorre empate entre Heloísa Helena, com 26%, e o governador mineiro, com 22%. Como o empate se dá no limite da margem de erro, é mais provável que a provável candidata do PSOL esteja à frente. No entanto, os percentuais obtidos por Heloísa e Aécio empatam com a taxa dos que votariam em branco ou nulo (24%). Em relação ao levantamento anterior, ambos oscilaram negativamente um ponto para baixo. Já Dilma Rousseff, nesse cenário, variou de 12% para 16%. Quando solicitados a dizer espontaneamente em quem gostariam de votar para presidente da República em 2010, um quarto (25%) dos brasileiros declaram a vontade de reeleger o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). José Serra é mencionado espontaneamente por 6% e Aécio Neves e Dilma Roussef são citados por 3% dos entrevistados, cada. José Serra é o provável candidato à Presidência mais conhecido pelos brasileiros: 95% dos entrevistados afirmam conhecê-lo, mesmo que apenas tenham ouvido falar do tucano. Desses, 39% se dizem bem informados, 43% se consideram mais ou menos informados e 13% se dizem mal informados a respeito de Serra.Ciro Gomes vem em segundo lugar nesse aspecto: 86% dizem conhecê-lo. Consideram-se bem informados a respeito do socialista 17%; mais ou menos informados são 44% e, mal informados, 24%. Dizem conhecer a fundadora do PSOL, Heloísa Helena, 72%, dos quais se dizem bem informados a respeito de sua trajetória 16%, mais ou menos informados, 36%, e, mal informados, 20%. Aécio Neves é conhecido por 62%, dos quais 13% se consideram bem informados a respeito do tucano. Um terço (30%) se diz bem informado e 19% se consideram mal informados sobre ele. Entre os que moram na região Nordeste, a taxa dos que declaram conhecer Aécio é de 49%. Dilma Rousseff é a provável candidata à Presidência menos conhecida pelos brasileiros: 52% afirmam ter conhecimento da existência ministra da Casa Civil, percentual similar ao dos que dizem não conhecê-la (48%). Dos que conhecem, 12% se dizem bem informados, 24% mais ou menos informados e 16% mal informados a respeito dela. Entre os brasileiros que moram na região Sul a taxa dos que dizem conhecê-la chega a 60%.

quinta-feira, 19 de março de 2009
Rapidinhas
Explica Gardênia?
Gardêninha Castelo não compareceu hoje a audiência no Fórum Eleitoral de São Luís para explica de onde veio e o que foi feito com os 200 mil reais que sacou durante a campanha não declarados a justiça eleitoral, segundo contador da campanha de castelo relatou no seu depoimento na ultima audiência.
João sem braço?
Também estava na companhia de Gardênia momento da transação bancaria segundo o depoimento prestado a justiça eleitoral pelo contador, a sua amiga Sílvia Fiquene, que compareceu a audiência, mais não veio a acrescenta nada de mais aos altos do processo alegando desconhecer esta movimentação financeira.
Fórum privilegiado:
A suplente a deputada estadual que atualmente ocupa uma cadeira na assembléia legislativa Gardênia Castelo, por ter fórum privilegiado não compareceu hoje a audiência mais requereu que a audiência fosse realizada no seu gabinete para colher seu depoimento.
Gardêninha Castelo não compareceu hoje a audiência no Fórum Eleitoral de São Luís para explica de onde veio e o que foi feito com os 200 mil reais que sacou durante a campanha não declarados a justiça eleitoral, segundo contador da campanha de castelo relatou no seu depoimento na ultima audiência.
João sem braço?
Também estava na companhia de Gardênia momento da transação bancaria segundo o depoimento prestado a justiça eleitoral pelo contador, a sua amiga Sílvia Fiquene, que compareceu a audiência, mais não veio a acrescenta nada de mais aos altos do processo alegando desconhecer esta movimentação financeira.
Fórum privilegiado:
A suplente a deputada estadual que atualmente ocupa uma cadeira na assembléia legislativa Gardênia Castelo, por ter fórum privilegiado não compareceu hoje a audiência mais requereu que a audiência fosse realizada no seu gabinete para colher seu depoimento.
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