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quinta-feira, 2 de julho de 2009

JUSTIÇA QUEBRA SIGILO TELEFÔNICO DE ALIADO DE JOÃO CASTELO


O processo de cassação do diploma do prefeito de São Luís, João Castelo (PSDB) continua tramitando na Justiça Eleitoral. O mais novo alvo de investigação passou a ser o comerciante Antônio José Lima Garcez, que foi preso, no segundo turno das eleições municipais de 2008, no bairro do João Paulo pela Polícia Federal portando “santinhos” do então candidato Castelo.
Antônio Garcez foi detido com a quantia de R$ 5 mil em notas de R$ 20,00. Para tentar esclarecer a ligação entre o acusado e o então candidato Castelo, o juiz Lucas da Costa Ribeiro Neto determinou às operadoras de telefonia móvel e fixa o prazo de 10 dias para fornecimento de dados solicitados na decisão judicial.
A decisão tomada pelo magistrado ocorreu no dia 30 de junho do corrente ano deferindo o pedido de quebra de sigilo telefônico feito pela coligação “Unidade Popular”, que teve como candidato a prefeito de São Luís, o deputado federal Flávio Dino (PCdoB), no processo que pede a cassação de Castelo por abuso de poder econômico e compra de votos.
Vale ressaltar que em março deste ano, o juiz Lucas Neto deferiu o mesmo pedido feito por Flávio Dino, mas sua decisão foi suspensa pelo juiz Mhegbel Abdala, que concedeu liminar em mandado de segurança impetrado pela defesa do então candidato do PSDB.
O advogado José Antônio Almeida, que faz a defesa do prefeito Castelo, desconhecia a decisão judicial e considerou “estranha”, já que o Pleno do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) decidiu pela extinção do primeiro processo que pedia a quebra do sigilo telefônico de Atônio Garcez. Para o advogado, a determinação do juiz Lucas Neto desobece o TRE.
Com informações do Jornal O Estado do Maranhão

sábado, 13 de junho de 2009

O QUE QUER A OPOSIÇÃO?

A frase atribuída ao pré-candidato presidencial Aécio Neves – de que não seria um candidato anti-Lula, mas pós-Lula – expressa as dificuldades da oposição para definir o perfil de suas candidaturas na eleição presidencial do próximo ano. Lula desconcertou a direita e a esquerda, com sua combinação entre uma política econômico-financeira ortodoxa e políticas sociais e política externa novas.Colocou para a oposição o dilema de reivindicar os elementos de continuidade como méritos seus, tentando também reivindicar o início das políticas sociais que frutificaram claramente no governo Lula, com as dificuldades do caso: por que a combinação deu certo agora e não antes? Os argumentos do contexto internacional – desfavorável a FHC e favorável a Lula – são insuficientes para dar conta de que Lula tenha 80% de apoio no terceiro ano do seu mandato, quando FHC contava com apenas 18%. O objetivo imediato da oposição é recuperar o governo e o Estado, mesmo se juntando vertentes diferentes. Por isso apostam em Serra, olhando para as pesquisas e não para as nuances de suas posições. Um parecer do DEM que pedia a Serra que se atacasse ao governo, não deixando que Lula e Dilma passeassem sozinhos pelo país, recebeu a resposta do governador de São Paulo de que havia criticado as taxas de juros e a política do Banco Central. Foi interrompido pelo representante do ex-PFL, para dizer-lhe que isso é o que estava bem no governo, que não deveria ser criticado. Haveria que criticar o resto. O que dá uma ideia de como a aliança opositora tenta impedir o que FHC mencionou para Aécio: que o PT governe o país por 16 anos. O resto virá depois.Alckmin foi um candidato neoliberal típico. Pregava o Estado mínimo, dizia que o Brasil estava perdendo oportunidades ao não se aliar prioritariamente com os países do centro do capitalismo e privilegiar alianças no Sul do mundo, elogiava o dinamismo do mercado etc, etc. Nenhum desses argumentos tem uma mínima viabilidade. Já naquele momento, facilitou a vitória de Lula no segundo turno, mesmo com Alckmin renegando as privatizações do governo de FHC, na busca desesperada de não sofrer a enorme derrota que acabou sofrendo. Serra – o provável candidato opositor – tentará se apresentar como desenvolvimento, como favorável a um papel ativo do Estado na economia, incorporando as políticas sociais do governo – assumidas pelo PSDB na reunião recentemente realizada no Nordeste. Busca concentrar suas críticas na elevada taxa de juros, nas alianças internacionais e na suposta utilização partidária do aparato de Estado pelo PT. Uma plataforma pobre, sobretudo que terá que se enfrentar com uma candidata muito competente, que tem resultados significativos para apresentar, não apenas como projeto, mas como realidade concreta, construída e projetada para o futuro. Serra tentará também reivindicar seu papel como ministro da Saúde do governo de FHC, exibindo os medicamentos genéricos como obra sua. Tratará de esconder que foi ministro econômico desse governo, em toda sua primeira etapa, quando se lançou o Plano Real. A política econômica de um eventual governo Serra conta como seus responsáveis fundamentais nomes que participaram do governo de FHC. Disputa-se daqui até 2010 o sentido do pós-Lula. Pode ser um parênteses entre dois governos tucanos-demo e introduzir um processo de restauração conservadora. Ou pode ser uma ponte para a saída do modelo herdado. De uma ou outra alternativa depende a continuidade da hegemonia do capital financeiro ou sua quebra. A manutenção do modelo de agronegócios no campo ou sua substituição por um modelo centrado na pequena e média propriedade, na economia familiar e na autossuficiência alimentar. A preservação de uma ditadura privada na formação da opinião pública ou a passagem à democratização da mídia e à construção democrática e pluralista da opinião pública.
Postado por Emir Sader
http://www.cartamaior.com.br/templates/blogMostrar.cfm?blog_id=1&alterarHomeAtual=1

sexta-feira, 12 de junho de 2009

FELIZ DIA DOS NAMORADOS!!!!

TE AMO LAILA, VC ME FAZ FELIZ!!!!

quinta-feira, 11 de junho de 2009

JORNADA NACIONAL DE LUCHA NO PERU QUINTA-FEIRA, 11 JUNIO


Solidaridad con la lucha de los pueblos del amazonas

Confrontada com a recusa do Congresso a revogar o Decreto n º 1090 e outros dispositivos que privatizar a selva, os sindicatos organizados na Frente Nacional para a vida ea soberania reiterou seu apelo para o Dia Nacional de Protesto. En Lima, se desarrollará una movilización a Palacio de Gobierno. Em Lima, vai mobilizar ao Palácio do Governo. Entre los gremios que participarán destacan la CGTP, AIDESEP, CUT-Perú, CONACAMI, CCP, CNA, Partidos Políticos, Movimientos Estudiantiles, etc. Entre os sindicatos que participam incluir a CGTP, AIDESEP, a CUT-Peru, CONACAMI, PCC, CNA, os partidos políticos, movimentos estudantis, e assim por diante.

• pela cessação do Gabinete de Ministros; IMEDIATA REVOGAÇÃO DA SELVA decretos legislativos AO Privatizações; CESSAÇÃO de repressão, por uma comissão internacional para investigar o massacre de Bagua.

• POR UNA COMISIÓN MEDIADORA PARA RETOMAR EL DIÁLOGO SIN LA PARTICIPACIÓN DEL PREMIER, QUIEN HA DEJADO DE SER INTERLOCUTOR VALIDO Y RECONOCIMIENTO DE AIDESEP COMO ÚNICA ORGANIZACIÓN REPRESENTANTE DEL PUEBLO AMAZÓNICO. • Mediador de uma taxa destinada a retomar o diálogo, sem a participação do Premier, que tem deixado de ser válida AIDESEP eo reconhecimento como representativo de toda a Amazônia ORGANIZAÇÃO povos.

• RECORRIDO: PLAZA DOS DE MAYO, AV. • Tour: Plaza Dos de Mayo, AV. COLMENA, AV. Colmeia, AV. ABANCAY, AV. Abancay, AV. CUSCO TERMINANDO ENTRE LAMPA Y EMANCIPACIÓN. CUSCO termos entre Lampa e emancipação.

• SEGÚN LOS DIRIGENTES DE LA SELVA, VIENE AUMENTANDO LA PRESENCIA POLICIAL Y MILITAR EN LA ZONA, Y ATRAVÉS DE COMUNICADOS INDUCEN A LA POBLACIÓN PARA QUE NO PROTESTEN. • Tal como os líderes da selva, o aumento de policiais e militares PRESENÇA NA ÁREA E ATRAVÉS LIBERTAÇÕES induzir a população a não protestou.

Vergonha: ex-presidente da UNE manda PM invadir a USP


Quem conhece bem o governador de São Paulo, José Serra, diz que ele nada tem de impulsivo. Cerebral e determinado, Serra agiu de caso pensado e escolheu o seu lado quando mandou a Polícia Militar jogar bombas e atirar balas de borracha nos grevistas da Universidade de São Paulo (USP). O ex-presidente da UNE, nos idos de 1964, e provável presidenciável tucano em 2010, quer provar a seu eleitorado conservador que aquilo foram pecadilhos de juventude.

Professores pedem saída da reitora e eleição direta na USP

Depois de passarem toda a manhã desta quarta-feira (10) reunidos em assembléia, mais de 200 professores da Universidade de São Paulo (USP) decidiram pedir a saída da reitora da instituição, Suely Vilela, e a abertura de eleições diretas para a escolha de um novo dirigente para a universidade.Os docentes também reivindicam a retirada imediata da Polícia Militar do campus, a reabertura das negociações com o Fórum das Seis (entidade que congrega funcionários, docentes e estudantes das três universidades estaduais de São Paulo), a criação de um grupo para a elaboração de novo estatuto para a USP e a revogação da autorização que concede ao Conselho Universitário a permissão para chamar a polícia ao campus. Além disso, decidiram realizar um ato público conjunto entre as três universidades, ainda sem data marcada.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

ACONTECEU NO DIA 04 DE JUNHO


1997 – O Senado aprova em definitivo a emenda da reeleição para presidente, governador e prefeito, violentando 108 anos de tradição republicana. A compra de votos na Câmara não é apurada. O conservadorismo adquire um poderoso instrumento legal.
1819 – Os primeiros colonos suíços chegam ao Rio de Janeiro, tocados pela fome de 1817 no país de origem para fundar Nova Friburgo. 80 morrem na viagem.
1878 – Nasce em Durango, Francisco (Pancho) Villa, líder da revolução camponesa de 1911 no México.
1898 – Nasce Virgulino Ferreira, o futuro rei do cangaço.
1977 – Repressão ao 3º Encontro Nacional dos Estudantes em Belo Horizonte, Minas Gerais. 800 presos.
1984 – Greve de 30 mil professores em Pernambuco.
1993 – Os servidores federais encerram greve de 20 dias aceitando reajuste de 85%.
1997 – Pela primeira vez o calendário das Forças Armadas não inclui o 31/3, data do golpe de 1964.