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quarta-feira, 3 de junho de 2009

DIA 3 DE JUNHO OS EUA BOICOTAM DOCUMENTOS NA ECO- 92


1992 – Começa no Rio de Janeiro a Eco-92, conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre ecologia, com 114 chefes de Estado e 40 mil ecologistas de todo o mundo. Marcada pelo conflito norte-sul, pouco avança na prática. Os Estados Unidos, onde ocorrem 24% das emissões mundiais de dióxido de carbono, resistem a assumir compromissos e boicotam documentos.
1886 – Os liberais aderem à abolição: 14 senadores propõem prazo até 31/12/1889, 8 meses depois do 13 de maio.
1939 – 1ª emissão experimental da TV no Brasil, Rio de Janeiro.
1981 – Libertado no Rio após 200 dias, R. Walters, único condenado pelas bombas de 1980-81
1984 – A oposição vence a primeira eleição municipal desde 1968 em Santos, São Paulo, que deixa de ser “área de segurança nacional”.
1991 – Choque entre a Polícia Militar e mineiros grevistas em Criciúma, Santa Catarina.
1996 – 3 mil sem-terra ocupam a sede do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) em Salvador, Bahia, e mantêm 3 funcionários como reféns ate 6/6.

CLIMA TENSO: A POLÍCIA DO SERRA AMEAÇA REPRIMIR O GREVISTAS NA USP


Funcionários da Universidade de São Paulo (USP), em greve desde o dia 5 de maio, voltaram a fechar prédios do campus da capital, um dia após a Polícia Militar cumprir medida judicial que desbloqueou dez portarias em sete prédios. De acordo com Magno Carvalho, um dos diretores do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp), o prédio da Reitoria foi fechado com faixas, às 5h30.
A assessoria de imprensa da USP confirmou que os funcionários da Reitoria não entraram no prédio nesta terça-feira por terem sido impedidos pelos grevistas. Para a assessoria, trata-se de descumprimento de ordem judicial. A USP obteve na Justiça reintegração de posse, cumprida na segunda-feira (1º), por cerca de 150 policiais.Já o sindicalista diz que os funcionários do prédio aderiram espontaneamente à paralisação, sem a necessidade de barreira física no local. O diretor do Sintusp também informou que servidores da prefeitura da USP, do Centro de Práticas Esportivas (CEPUSP), de quatro restaurantes e do prédio da antiga reitoria voltaram a fechar essas unidades.Um ato foi realizado nesta terça-feira em frente à Reitoria em repúdio à presença dos policiais no campus da capital. Magno Carvalho também relatou tumulto no campus em que policiais teriam tentado prender um diretor do sindicato.Segundo ele, uma aluna quis entrar no CEPUSP, foi impedida pelos grevistas e teria acionado a polícia. Uma viatura da polícia foi ao campus, mas os grevistas teriam impedido os policiais de levar um dos sindicalistas. O incidente ocorreu por volta das 12h30 desta terça-feira.
Campanha salarialA proposta de reajuste salarial a funcionários e professores feita pelo (Cruesp) é de 6,05%. Os funcionários pedem reajuste de 16% - reposição da inflação dos últimos 12 meses mais 10% de reposição de perdas anteriores -, além de incorporação de R$ 200 ao salário.
Serra reage à greve na USP com repressão e Tropa de Choque
A Universidade de São Paulo se tornou, novamente, alvo de uma repressão desmedida do governador José Serra (PSDB). A Cidade Universitária amanheceu, nesta segunda-feira (1), completamente sitiada pela polícia. Em cada unidade, há pelo menos uma viatura, e em frente ao prédio da reitoria há uma concentração de dezenas de policiais.
Tudo isso devido a um movimento de greve de professores e funcionários da instituição. Os trabalhos da USP estão paralisados desde o dia 5 de maio e levantam a bandeira pelo aumento salarial, contra a ameaça de demissão de 5 mil trabalhadores, pelas demandas do hospital universitário e outras pautas específicas, além da reintegração de Claudionor Brandão, diretor do Sintusp (Sindicato dos Trabalhadores da USP).
A demissão de Claudionor é produto da perseguição política aos trabalhadores e ao sindicato, protagonizada pela reitoria e pelo governo do estado. Trata-se de uma política marcada pela prática anti-sindical e antidemocrática, que abre um gravíssimo precedente para todos os trabalhadores brasileiros. É inegável a expedição tucana contra a legítima mobilização em defesa da democracia na universidade sofram esta coerção policial.
"Os policiais estão com uma atitude provocativa frente aos trabalhadores, arrancando as faixas dos grevistas, buscando abertamente causar incidentes. Isso se dá justamente após a reitoria, apoiada pelo governo do estado, ter suspendido as negociações com os trabalhadores de maneira completamente arbitrária", relata a Comissão de greve.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Aconteceu em 28 de maio 1823

Dia do grito da independência em Muaná
Na Amazônia sob domínio português mesmo depois do Grito do Ipiranga, o partido brasileiro de Muaná (Marajó) proclama a Independência do Brasil e toma em armas. Os colonialistas esmagam o movimento.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

BLOG DO FLÁVIO DINO


Agora você também pode acompanhar a intervenção política e o mandato do deputado federal Flávio Dino acessando o " Blog do Flávio Dino" . Clique em http://flaviodino.com.br/blog/ e interaja com o mandato que a imprensa nacional considera um dos melhores do Brasil.

sábado, 23 de maio de 2009

Comissão Externa da Câmara faz audiência pública em São Luís


A Comissão Externa criada pela Câmara dos Deputados para acompanhar as enchentes no Maranhão realiza na próxima segunda-feira, dia 25, na Assembléia Legislativa, uma audiência pública com prefeitos, deputados estaduais e representantes do governo do estado para avaliar as providências já tomadas até o momento e definir medidas que garantam o acesso dos maranhenses aos recursos da Medida Provisória 463, editada na última quinta-feira, 21, pelo Presidente da República. A MP autoriza a liberação de um crédito de R$ 880 milhões para os estados atingidos pelas enchentes este ano, que devem ser destinados tanto ao socorro e assistência dos atingidos como à reconstrução das áreas afetadas.

A Audiência Pública começa às 10:30 horas no Plenarinho da Assembléia Legislativa e é aberta à população.
O Deputado Federal Flávio Dino (PCdoB-MA), que coordena a Comissão Externa da Câmara, considera insuficientes os R$ 120 milhões que, segundo a Secretaria Nacional da Defesa Civil (Sedec), serão destinados ao Maranhão. Porém, reforça a importância de se viabilizar o acesso dos municípios maranhenses a eles o mais rápido possível. “Embora seja menos do que o valor que pleiteamos ao ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, e ao próprio Presidente Lula, quando ele visitou o Maranhão, este é um crédito extraordinário fundamental”, pondera ele. “É preciso que haja uma grande mobilização política a fim de garantir que o Maranhão consiga receber de fato, e com urgência, o maior volume possível desses recursos”.
A pauta da reunião de segunda-feira deverá agora partir da edição dessa Medida Provisória, a fim de que se conjuguem todos os esforços de governo e também da sociedade civil para planejar o que precisa ser feito daqui por diante. O coordenador da Comissão lembra que a situação ainda é bastante precária em diversos abrigos de atingidos, especialmente nas cidades do interior do Maranhão, que é preciso melhorar as condições dessas famílias que tiveram de deixar suas casas e, ao mesmo tempo, começar a projetar desde logo a fase que se seguirá à normalização da situação, de recuperação da estrutura social e econômica do estado.
“Daí também ser importante a presença de lideranças da comunidade na Audiência Pública”, enfatiza Flávio Dino, fazendo um chamamento à população para que compareça. Foram convidados o presidente da Assembléia Legislativa, deputado Marcelo Tavares, o presidente da Federação dos Municípios do Maranhão, prefeito Raimundo Lisboa, o presidente da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Agricultura do Maranhão (Fetaema), sindicalista Francisco Sales, que fará um relato sobre a situação da agricultura familiar e das perdas de plantações com as enchentes, e também o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA) do Maranhão, engenheiro Raymundo Portelada.
O parlamentar informa ainda que a Comissão segue acompanhando nos Ministérios das Cidades e do Desenvolvimento Agrário o resultado dos ofícios encaminhados solicitando medidas especiais dessas pastas para atender os que perderam tudo com as enchentes.
Para os agricultores familiares, por exemplo, a Comissão pede a anistia das dívidas contraídas junto ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF) e um plano de ação emergencial de produção, que envolva a distribuição de sementes para o plantio de culturas de ciclo curto, a assistência técnica às famílias rurais e um programa de assistência social. Já para a reconstrução das casas dos atingidos pelas enchentes, especialmente da população mais pobre, o objetivo é a inserção de todos os municípios que se encontram em situação de emergência ou calamidade pública no novo programa habitacional do Governo Federal, o Minha Casa, Minha Vida.

ALTERNATIVAS DEMOCRÁTICAS PARA O MARANHÃO


Pressuposto: a) com a implantação de grandes empreendimentos na região, o Estado do Maranhão deve atravessar um novo ciclo de desenvolvimento, com impactos ambientais, econômicos, sociais, culturais e políticos no território e na população; b) as recentes disputas e mudanças políticas no Maranhão evidenciam e colocam em debate as formas de gestão do Estado e os seus vínculos com o desenvolvimento regional e o desenvolvimento nacional; c) o necessário debate sobre a gestão do Estado e o desenvolvimento regional não pode, no entanto, ficar restrito apenas aos partidos políticos e as suas lideranças na Assembléia Legislativa e no Congresso Nacional.
Proposta: a) provocar o debate sobre alternativas democráticas para o Estado do Maranhão com todos os setores interessados na democratização do Estado e da Sociedade; b) vincular o debate sobre a gestão do Estado ao desenvolvimento do Maranhão e sua inserção no cenário nacional e internacional; c) analisar os limites e as possibilidades das propostas de poder para o Maranhão representadas nas recentes disputas políticas no Estado; d) assegurar a necessária pluralidade ao debate a partir da articulação entre lideranças da sociedade civil, lideranças políticas e intelectuais.

Estratégias: a) promover uma série de debates sobre alternativas democráticas para o Estado do Maranhão com lideranças da sociedade civil, dos partidos políticos e pesquisadores; b) descentralizar o debate da capital do Estado, realizando sessões nos principais pólos urbanos e políticos do Maranhão; c) confrontar, nos debates, pontos de vistas e perspectivas diferentes no intuito de romper com as lógicas maniqueístas que têm dominado o debate no Estado; d) organizar um calendário factível de debates voltado para mobilizar e reunir tanto os militantes das organizações sociais e partidos político como outros setores interessados na democratização do Estado.
Ações: a) estabelecer temas e convidados para as mesas redondas; b) organizar calendário factível de realização dos debates nos principais pólos urbano e políticos do Estado; c) orçar os custos e buscar as fontes de financiamento; d) definir formas de mobilização ampla, através das redes dos movimentos, emissoras de rádio e televisão e outras formas; e) assegurar que as forma do debate seja capaz de mobilizar as pessoas interessadas em alternativas democráticas para o Estado.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Entidades de São Luís preparam ato em defesa da Petrobras


Entidades sindicais ligadas às centrais CUT e CTB estão planejando a realização de um ato público em São Luís contra a CPI da Petrobras. Para as entidades a CPI é uma “armação” política do PSDB com o intuito de enfraquecer a petroleira brasileira, hoje uma das maiores do mundo.

“A CPI é anti-patriótica, é um golpe dos tucanos que o povo vai repudiar”, analisa o dirigente sindical da CTB, Cláudio Bezerra, um dos incentivadores da mobilização. Para o dirigente sindical, atos como o realizado ontem no centro do Rio de Janeiro irão proliferar por todo o país. “Acho que o PSDB deu um tiro no pé ao tentar uma armação com o claro objetivo de desmoralizar a maior empresa do país, orgulho de nossa nação”, concluiu.

Em declaração ao portal Vermelho, a vereadora Rose Sales(PCdoB) reforçou as críticas à instalação da CPI. Para a parlamentar comunista “a CPI carece de justificativa plausível e está se configurando como uma manobra politiqueira dos tucanos”, disse. A bancada do PCdoB na Câmara de São Luís, que conta também com o vereador Fernando Lima, deverá dar apoio ao movimento.